O Peñarol voltou à final da Libertadores, o Independiente conquistou a Sul-Americana…dentre os grandes que há tempos não participavam dos grandes eventos, só faltava o Olímpia, tricampeão da Libertadores e que foi ofuscado pelo Libertad nos últimos anos. Porém, a equipe franjeada, agora treinada por Gerardo Pelusso, mostrou uma vitória sólida na segunda fase da Sul-Americana sobre o Emelec, e parece preparada para voltar a ser protagonista no cenário sul-americano.
Pelusso substituiu Mauro Caballero em junho, após o vice campeonato no Apertura do país. O técnico uruguaio é conhecido por seus times que mantém a posse de bola, com solidez defensiva, sem muita ousadia. Do outro lado na partida de ontem, estava o Emelec de Juan Román Carrasco, que decidiu ir pra cima do Olimpia em pleno Defensores del Chaco, com um 4-3-3. Não deu certo; o Emelec não conseguia manter a posse de bola, perdeu o meio campo e logo aos 14 minutos, levou o primeiro gol, de Vladimir Marín. Marin surgiu do meio campo e arrematou um belo passe de Caballero.
O Olímpia começou, então, o jogo murrinha que todos estão acostumados a ver Pelusso fazer: toque para os lados, de vez em quando algum lançamento…e permitiu a aproximação do Emelec e seus três atacantes. Permitiu também o empate: em boa jogada do uruguaio José Maria Franco pela direita, Vigneri recebeu o passe e concluiu para empatar.
No segundo tempo o jogo ficou mais interessante. O Olímpia foi para cima, disposto a anotar o gol que daria a vitória, e abriu espaços para a volúpia do Emelec. O segundo gol de Marín, porém, veio numa jogada individual: após um chutão do goleiro, Marín pegou a bola dentro da área, driblou dois equatorianos e arrematou. Golaço, 2-1. Marín vinha sendo criticado pela torcida e pela crônica esportiva por más atuações no campeonato paraguaio, mas conseguiu mostrar sua qualidade nesta partida.
Também figurou bem o goleiro franjeado Martín Silva, responsável por parar os ataques do Emelec após os 20 minutos, quando Marín marcou. A partida de volta será na terça-feira que vem, em Guayaquil.
Até a vitória,
Luís Felipe dos Santos


putz! Baita golos do Marín!
Volta, Marin!
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No mais, espero que o Olímpia ressurja mesmo das cinzas, é um dos grandes do continente, mas bem que o Cerro podia ganhar, pelo menos uma vez na vida, uma copinha internacional como a Sula… heheheh
Não gosto do Olimpia por razões óbvias ao meu passado coloradista.
Se fosse gremista também não respeitaria pela roubalheira de 2002
pra ajudar o Olimpia a ser campeão no ano do Centenário, além do
Enciso com a camiseta do Inter por baixo do uniforme:
http://youtu.be/qo9EMCacgDA
pois é, não tenho simpatia por nenhum dos chamados grandes de asunción, nem libertad. mas torci pro cerro esse ano.
fico com nacional querido e sportivo luqueño, repectivamente primeiro e atual campeão da impedcopa.
achoe que a larpaç;ç~ç alsamenis cosa
Eu, por ser gremista, não esqueço da roubalheira de 2002. Espero que o time do Leóz nunca mais jogue uma LA e que caia no ostracismo.
Bah, aquela de 2002 foi doída demais, pqp…
gracias inter
# 6 e 7
Realmente, aquela decisão por pênaltis foi ridícula. Só meia dúzia de palhaços cumprem aquela regra de que o goleiro não pode se adiantar (se é que o Martini se adiantou e o Tavarelli não, o que duvido). Mas ver o pulha do José Otávio Germano dando chilique (ano eleitoral, lembram?) foi deprimente.
“Espero que o time do Leóz nunca mais jogue uma LA e que caia no ostracismo”. Dizem que o time de coração dele é o Libertad. Ma$ em termo$ financeiro$ e de e$goto político, deve ser o Olimpia mesmo.
P. S. Se o rancor anti-olimpista permanece, imagino o anti-boquense pós-2007… Ouvi fogos quando o Milan ganhou o Mundial daquele ano.
Roubado mesmo foi em 1989, que o juiz não mandou voltar o pênalti que o Nílson errou. sgudsfhigus
Simpatizo com o Cerro, em relação ao Olimpia, mas o Nacional Querido e o LUQUE são imbatíveis mesmo, Arbo.
O folclórico “Juanca” do Impedimento está EM CHAMAS, huahuahuahauha
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