Depois da pilhagem, a queda

Quando o River Plate já estava rebaixado, ainda que o apito final de Sergio Pezzotta não tivesse soado, pois eram quarenta e tantos do segundo e tempo e faltava um par de minutos, um gesto foi captado por poucos segundos pelas câmeras de TV no descontrole que se instaurou no Monumental. Um dos setenta mil torcedores com a lendária camiseta do River desafiava os jatos que a polícia portenha lançava aos aficionados enfurecidos batendo com as mãos no escudo do clube, já escondido pela água que ensopava a camiseta e desequilibrava o torcedor. Ele, instintivamente, queria dizer que aquilo era pelo River. Mas não o River dos onze jogadores que permaneciam no gramado, escoltado pela polícia após um rebaixamento histórico; nem o River que depois de três temporadas lamentáveis está obrigado a disputar pela primeira vez a Nacional B; tampouco o River Plate de José María Aguilar, o pior presidente que já passou pela instituição em mais de um século, ou o de Daniel Passarella, que não evitou o desastre. Aquilo ele fazia pelo River de cada um.

A atitude desesperada do que vencia os jatos d’água para chegar mais perto do gramado e se fazer ouvir, ou mesmo para lançar ao campo um pedaço das cadeiras da arquibancada, se explica por tudo que foi deixado de lado no River Plate na última década de futebol. O River de cada um, o motivo maior da vida de muitos que se fizeram presentes no Monumental de Núñez no que parecia, antecipadamente, um funeral, foi deixando-se morrer até o dia de ontem. Se setenta mil estiveram no estádio e outros milhões acompanharam e rezaram e prometeram e dedicaram ao River todo o seu pensamento e sorte, foram bem menos os que estragaram tudo isso. Talvez dezenas, apenas – com o poder e a possibilidade de destruir o motivo com que se bate no distintivo no momento mais triste de uma vida inteira nos estádios. Por culpa desses poucos, o amor passado de geração em geração, o hábito de rumar a Núñez a cada final de semana, as ganas de viajar para acompanhar o time fora do país e a emoção ao ouvir uma história do passado, daquelas que começam com um “naquele dia, no Monumental…”, tudo isso terminou de ser manchado após a partida contra o Belgrano.

Porque a Promoción, o dois a zero em Córdoba, a impotência de não reverter o placar em Buenos Aires, são todas situações simbólicas de um presente que foi possível estragar. José María Aguilar, dizem, perdeu quarenta quilos ao deixar a presidência do River. Hoje, tão mais tranquilo que se permitiu emagrecer, trabalha para a FIFA na organização do Mundial de Clubes, além de ser um assessor especial da entidade. Na sua gestão, o cofre do River se esvaziou. A dívida cresceu absurdamente e a força do clube se extinguiu. Aguilar entregou o River com quatro títulos do Clausura, nenhuma conquista internacional, ligações obscuras com empresários igualmente sombrios, metros de contas para pagar, uma relação corrupta com a barra-brava e um Promedio apontando para o descenso – em oito anos, minou o que havia de saudável na instituição. Passarella, assustado, agarrou o clube e não se sabe, ainda, o que poderia ou não ter evitado. O certo é que o River baixou de divisão, mesmo que na melhor temporada entre os anos que definiram o descenso, com uma equipe fraquíssima – que tinha apenas Carrizo, Pavone, Almeyda e muitos guris das categorias de base, sem idade ou condições para alterar o destino.

Os distúrbios após o 1-1 transformaram Núñez em uma terra de ninguém, com arremessos de pedras nos jogadores do Belgrano e confrontos nas dependências do estádio e nas cercanias que terminaram com dezenas de torcedores e policiais feridos, segundo a imprensa argentina. Antes, houve um jogo em que aos cinco minutos Mariano Pavone, centroavante de mucho huevo y poca suerte, marcou o primeiro gol para o River. Por instantes parecia que naquela tarde haveria uma trégua no drama que tem sido a questão do rebaixamento millonário. Ainda no primeiro tempo, Sergio Pezzota deixou de assinalar um pênalti em Caruso que poderia dar ao River o resultado necessário para garantir a permanência. Defendendo a vantagem que conquistou em Córdoba, os jogadores do  Belgrano afastavam como podiam a bola da área ou, quando não era possível, viam a pelota parar nos braços de Juan Carlos Olave. O arqueiro, ironicamente, defendeu a jaqueta do River por um breve período na temporada 2005-2006. No segundo tempo, os nervos e o peso do ar gelado da tarde de Buenos Aires diminuíram o ritmo dos locais. Farré empatou para “el Pirata” e, quando tudo parecia perdido, o sonho renasceu com o pênalti que Pavone tinha no pé direito: outra vez, entretanto, o grito não passou das luvas de Olave.

Há exatos quinze anos atrás, em um mesmo vinte e seis de junho, então uma quinta-feira, não um domingo, o River levantava a Copa Libertadores da América pela segunda vez. Muitos dos que terminaram a tarde de ontem transtornados, em 1996 rumavam ao mesmo palco para assistir à equipe de Ramón Diaz contra o América de Cali. Naquele dia, o River alinhou com Burgos; Díaz, Ayala, Guillermo Rivarola e Altamirano; Almeyda, Escudero, Cedrés e Ortega; Francescoli e Crespo – seriam do centroavante os dois gols que garantiram o título do River. Naquele ano, o jornalista e narrador Atílio Costa Febre, assumido torcedor do clube, já trabalhava nas transmissões. Ontem, quando não havia mais nenhuma ponta para se segurar e o rebaixamento já era uma certeza, Atílio narrou, na Rádio Mitre de Buenos Aires, que “en la vida un tipo se prepara para la muerte de su abuelo, para la muerte de su viejo y hasta se prepara para que los hijos algún día te entierren. Pero no se prepara jamás para ver a River en la B”.

Na passagem do River Plate pela segunda divisão – porque o River volta, com ou sem demora – haverá partidas nos piores potreros dos arrabaldes de Buenos Aires e nas províncias mais distantes. Tudo será mais dolorido porque metade do caminho o time fará sozinho: na Nacional B, por medidas de segurança, não há público visitante. E ainda há a lembrança da queda de domingo que, se transformada em tango, obrigaria qualquer um a arrebentar o bandoneón ao meio.

Iuri Müller

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39 Respostas a Depois da pilhagem, a queda

  1. Leonardo diz:

    O pior é ser rebaixado e tomar uma mangueirada a plenos 0°C…

  2. Guilherme diz:

    Quanta frescura por cause de um rebaixamento. Um dos últimos episódios de South Park explica bem esse tipo comportamento: Small Dick Sydrome http://youtu.be/YDDOHPssLrQ

  3. Caio Brandão Costa diz:

    Uma das medidas de Aguilar foi despedir Delém da direção das canteras. Tudo por politicagem – o brasileiro que ajudava a revelar novos millonarios já nos anos 70 – era ligado a Davicce, o presidente anterior. Durante a gestão de Aguilar, não por acaso, embora o time tenha continuado a revelar talentos, as receitas com as suas vendas despencaram em relação às da década de 90, talvez a mais gloriosa do time.

    E outra: River com um time esquálido e ainda joga todo de branco? Não sou lá especialista em psicologia de cores (é esse o nome?) ou DESIGN DE MODA, mas um calção preto deixaria as gallinas mais imponentes. Quem sabe ajudaria a frear ao menos um time adversário pequeno nesses 3 anos, o suficiente para evitar essa promo. A sina de “gallinaje” surgiu justamente em um dia em que os de Núñez se vestiram de Peru, naquela Libertadores de 1966 frente aos carboneros.

  4. Pingback: Sul 21 » Depois da pilhagem, a queda

  5. Quero estar vivo e enxergando muito bem quando este River voltar à primera. Virão – oxalá – com uma raiva acumulada de tanto chutar macegas da Patagônia até Salta. Talvez até usem calções pretos e ganhem outra Copa.

  6. Caio Brandão da Costa diz:

    Eita, acabei de rever o post anterior, e parece que não fui o único a pensar nos calções pretos…. por mais que com eles também tiveram vexames nesse triênio, ainda assim, creio que eles poderiam ter feito a diferença em ao menos um jogo nesse período que o time deixou de ganhar sem usá-los…

  7. Juan Carlos "Chango" Cardenas diz:

    O descenso do RiBer é triste para las gallinas, glória pra bolivianos y hichas dos demais equipos e prato cheio pra gente do impedimento escrever cronicas épicas, todavia nao podemos esquecer los huevos que los piratas celestes tiveram pra socar um 2-0 em córdoba e depois segurar um 1a1 no monumental (estadio mítico em cuja césped boa parte dos jogadores do modesto Belgrano jamais haviam pisado nem sequer em sonhos).

  8. Tiago Sozo Marcon diz:

    belo texto…
    e triste pracarai ver o River assim

  9. fino diz:

    Mangueirada deve ser ruim com 0º ou com 30º

    –piada infame da segunda-feira

  10. Vinicius diz:

    aqui se acha bonito jogar a segundona.
    agora restam: Boca e Independiente. Casualmente os que mais tem libertadores.
    Aqui restam SP, Flamengo, Inter, Cruzeiro e Santos.

    Não cair é uma dádiva de poucos grandes.

  11. Juan Carlos "Chango" Cardenas diz:

    #10 bobagem esse pensamento. Exemplifico pelo time europeu (argh) que eu torço: Athletic Bilbao, jamais foi rebaixado no campeonato espanhol (unico na espanha junto com barcelona e r. madrid), mas vive uma seca de titulos desde a copa do rei da espanha de 1983, quando venceu o barcelona num embate (literalmente) épico entre o time da moda de maradona e a copera equipe de Andoni GOICOTXEA Olaskoaga (conhecido como “o açougueiro de bilbao”, que tem em seus palmares um rompimento dos ligamentos do tornozelo do mesmo maradona e o abreviamento da carreira de Bernd Schuster devido a uma “pancada” no joelho).

  12. FERN diz:

    #vini, como disse o proprio narrador sobre as diferenças entre o cair na argentina e o cair na itália!!! CERTO, ai tu vens com o CAIR no BRASIL??? campeonato que começou um dia desses e quem mas jogou na ELITE foi exatamente um tricolor que ja caiu DUAS VEZES…

    no camp. em o SP joga DESDE SEMPRE, tal qual o river… ELE JA CAIU SIM!!!

  13. FERN diz:

    #11, deveras isso!!! o Bayern era hace poco tiempo um equipo qualquier, hoy tiene algo 20 o 21 bundesliga e mas copas y tal…

    al paso que Hamburger siempre fue GRANDE y NUNCA cayó pero no gana nada desde el tiempo del ahtletic…

  14. Norteña diz:

    O Gremio e o River passam por momentos bem parecidos nestes dez anos de seca.

    Estamos nos apequenando e nos conformando com a mediocridade.

    Pena.

  15. izabel. diz:

    pregunta:
    quem era o senhor que ficou um tempão imprensado pela torcida ao final do jogo? a sportv filmava e fazia os mesmos comentários que eu, leiga, fazia aqui em casa.

  16. Felipe (o catarina) diz:

    #11

    somos dois fãs do Athletic. Acho massa a filosofia deles, de apostar em jogadores do País Basco e vizinhanças. Li que alguns torcedores queriam que o clube contratasse um mexicano de sobrenome basco e o presidente respondeu “essa não é a filosofia do clube”. Numa época em que dois times ingleses disputam um jogo de Campeonato Inglês sem nenhum inglês nem no banco, é uma filosofia bonita.

    Porque pra mim, um time de futebol é isso: uma agremiação que representa o nosso bairro, a nossa cidade, a região onde vivemos. Não acho os jogadores catarinenses melhores que os de qualquer outro lugar, mas acho bonito quando o Avaí entra em campo com jogadores que falam com o mesmo sotaque que eu.

  17. Felipe (o catarina) diz:

    quem também está em chamas desde ontem é o riverista Manolo Epelbaum na Sportv. Chegou a pedir desculpas pela “emoção”. Agora tá no Redação Sportv quase chorando.

  18. Tiago Sozo Marcon diz:

    daqui a pouco tempo, nunca ter caído vai ser um título que poucos terão

  19. Bruno Siegmann diz:

    Uma dúvida: caso o River retorne em seguida, os pontos da atual temporada serão computados pro novo promedio, já que dentro dos 3 anos anteriores? Ou o time sempre chega na A “zerado”?
    Alguém sabe?

  20. Diogo Terra (Ravelli genérico) diz:

    # 19

    Chega na A zerado.

    Sobre o pós-jogo: chegam ao cúmulo de querer involucrar a presidenta, por ela ter permitido que o jogo fosse disputado com público. Olha, tudo bem, qualquer rato de lixeira dos arredores da Udaondo sabia que ia dar m***a se o River caísse, mas querer botar a culpa exclusivamente numa pessoa é dose.

    Falem do Aguilar, que realmente pilhou o clube, desmantelou uma das canteras mais prósperas da América Latina, sangrou as arcas millonarias num conluio com Pini Zahavi (sim, o da máfia israelense) e transformou o clube em zona mais do que liberada para Los Borrachos fazerem das suas. Tudo isso acobertado por meia dúzia de comentaristas aos quais ele pagava US$ 10 mil por mês; um deles, claro, quando a propina cessou, começou a criticá-lo. Na Argentina todo mundo sabe quem é.

    Falem do Grondona, que por muito menos tirou 18 pontos do Nueva Chicago.

    E falem dos jornalistas fantoches do Grupo Clarín, os que só começaram a atacar o sistema podre depois que o Grondona apareceu na Casa Rosada para aceitar esse arreganho do “Fútbol para Todos”.

  21. Diogo Terra (Ravelli genérico) diz:

    Quer dizer, não tenho certeza. Mas acho que é isso. Me corrijam se for o caso.

  22. Juan Carlos "Chango" Cardenas diz:

    #21 Não há o que ser corrigido, análise muy buena…
    Enquanto o grande culpado pela situação do river é o Aguillar, o “Olé” prefere falar sobre a fama de azarado do “J.J. Lopez” e seus quatro rebaixamentos (http://www.ole.com.ar/river-plate/futbol/Lopez_0_506949332.html) (que é uma baita falta de sorte mas, convenhamos, a parcela de culpa dele nisso tudo é uma das menores), enquanto uma “encuesta” na pagina principal aponta a gestão Aguilar como a maior culpada pela situação atual do River com 71% dos até agora 88665 votos.

  23. lf diz:

    #15 atacaram o camarote da diretoria no final, tentando matar o passarela, q lá já não estava.

  24. Carmencita diz:

    Eu não gosto de futebol.

  25. douglasceconello diz:

    Última frase do texto torceu meu espinhaço, colocou pra ferver e serviu com aipim.

  26. Matias Pinto diz:

    “Falem do Grondona, que por muito menos tirou 18 pontos do Nueva Chicago”

    1 hincha do Tigre assassinado é muito menos?

  27. Felipe (o catarina) diz:

    #20 #26

    pois é, também achei mais foda o que a torcida do Chicago fez. Mas o River também merece uma punição. Pode até ser menor, mas merece.

    além dos 18 pontos, o Chicago perdeu 20 mandos de campo
    .

  28. beretta diz:

    #24 Melhor comentário.

  29. Carmencita diz:

    Obrigada, querido.

  30. Diogo Terra (Ravelli genérico) diz:

    # 22

    Quero deixar bem claro que a Cretina “no es santa de mi devoción”, como dizem por lá. Mas o que me irrita são os jornalecos de plantão querendo bancar os profetas do acontecido.

    # 26

    Claro que não. Mas esqueci. Pode incluir outro do Vélez.

  31. Ernesto diz:

    Mais imbecil que os torcedores do River, só eu mesmo.

  32. rafael botafoguense diz:

    EL MÁS GRANDE, LEJOS ?

  33. Eu tinha, tenho e terei vergonha do Grêmio ter caído pra segunda divisão. Não pelo fato, mas pelo porquê: Dirigentes imundos que mereciam o açoite em praça pública.
    Mas o futebol tem dessas coisas e ninguém desgosta de um time por pior que esteja a situação. Já estava feita a cagada e iríamos jogar a série B! Subimos naquela coisa que muita gente chama de mítica, de imortalidade e eu chamo de um planejamento burro e quase inocente da catrefa do Odone. No entanto, todo jogo era um armagedon nas arquibancadas! Tem gente que quase tem saudade disso e até se explica o delírio pelos seguintes textos entre outros aqui apresentados:
    http://impedimento.org/2009/11/10/eu-tambem-quero-cair-para-a-serie-b/
    http://impedimento.org/2011/06/20/grandes-descensos-%E2%80%93-o-san-lorenzo-de-1981/
    http://impedimento.org/2011/06/21/grandes-descensos-o-racing-club-de-1983/

    Talvez a essência do futebol não esteja nos moicanos, nas chuteiras coloridas, nem numa Arena milionária. Eu só quero ir pro estádio sem ouvir reclamarem de “desconforto muscular”, “pressão”, “o jogador tal posou numa campanha para a marca de óculos”, “o fulano falou no twitter que…”, “em declaração polêmica, fulano disse…”.
    Eu só queria um pouco de entrega em campo e uma multidão ensandecida ao redor. Não importa se na B ou na C desde que não haja gente se queixando de ganhar só 300 mil por mês.

    PS: não quero comparar meu time com nenhum dos que citei. Por favor…

  34. SAN LORENZO DE ALMAGRO diz:

    CHAU RI”B”ER

  35. FERN diz:

    eu so me lembvro de REPETIR como um MANTRA:

    lara mazaroppi danrlei, pega essa galatto!
    Lara Mazaroppi Danrlei, Pega essa Galatto!!
    LARA MAZAROPPI DANRLEI PEGA ESSA GALATTO!!!

    infinitas vezes e o resto foi PURA LOUCURA!!!…

    GRANDE DIA de uma PÉSSIMA JORNADA que ainda NÃO TEM FIM!!!

  36. Gralha diz:

    Pessoa que comenta um post sensacional como esse puxando pra discussão quinta série “meu time não caiu, o teu já” é muito pobre de espírito.

    Tendo retornado a pouco tempo pro convívio impedimentista, fico feliz de constatar que vale muito a pena trocar 20 minutos de sono pela leitura de textos como esse, mesmo chegando em casa a meia-noite após 18 horas entre trabalho e aula. Não sei há quanto tempo o Iuri está escrevendo aqui, mas que belíssima contratação essa.

    Quando uma equipe é mal administrada, não tem camisa, tradição ou estádio lotado que esconda as cagadas dos dirigentes. Pode escapar por um ano, dois, ou até três, se valer o promedio argentino, mas uma hora a fatalidade sempre chega.

    Lembrando: se o Gimnasia cair, dos remanescentes da A apenas Tigre, Olimpo, Racing e San Lorenzo começarão a próxima temporada com promedio pior que o do Boca. Tem que abrir o olho…

  37. Rudi diz:

    Gralha, são só esses 4, mas a diferença é muito grande, o Tigre que tem o melhor promedio dos 4 (eu acho) teria que tirar 14 pontos de diferença pro Boca, se não me engano (Felipe Catarina colocou as contas num post desses)

  38. Gregório diz:

    http://90minutos.org/2011/06/27/o-river-morreu-viva-o-river/

    Contundente. Talvez agressivo ou pessimista de mais. Mas também realista.

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