Na décima nona rodada, o Independiente enfrenta o Huracán. Se já estivesse salvo do rebaixamento, entregaria os pontos?
Antonio Mohamed: Não posso fazer isso. Convivo com os meus jogadores, seria uma deslealdade.
Em 1991, em um Boca vs. Huracán, o gol estava aberto para um gol seu e o chute foi para fora…
Antonio Mohamed: Foi inconsciente. Se fosse proposital, nem teria jogado. Sobre a situação de agora, não quero pensar mais. Quero vencer os cinco jogos, não ter problemas e, se acontecer, antes de mandar o Huracán ao rebaixamento, vou embora do país, digo que tenho um compromisso nos Estados Unidos e desapareço.
Vai e não volta mais?
Antonio Mohamed: Talvez não me perdoem. E se for assim, o que vou fazer? É muito complicado… Há um ginásio no Huracán que leva o nome do meu filho falecido, meus outros filhos jogam lá, minha mulher dirige seiscentos garotos do clube. Um exemplo: vou ver o meu filho no futebol e outro pai grita: “atenção à última rodada, Turco”. E o gurizinho pega a bola e me diz: “são três pontos certos para a gente, não?”. É uma carga emocional o tempo todo.
Voltaria ao Huracán?
Antonio Mohamed: Como não voltaria? Vou ser presidente. Me dá nove anos…
A entrevista acima foi publicada no Diário Olé de Buenos Aires no dia sete de maio. Já se pensava em uma rodada final do Clausura com possibilidades dramáticas para “el Turco” Mohamed, o técnico do Independiente. Trata-se de um dos maiores nomes da história do Huracán. Mohamed aprendeu os fundamentos para se tornar atacante nas categorias de base do clube de Parque Patricios. Em uma das primeiras temporadas como profissional, subiu o time para a primeira divisão – “El Turco”, ainda “el Turquito”, tinha dezenove anos quando acertou uma cabeçada na rede do Los Andes, em 1990. Depois daquela tarde, o Huracán ainda cairia e voltaria outras duas vezes para a elite, sendo a última em 2007, outra vez com a contribuição direta do agora técnico Antonio Mohamed.
Em 2011, as rodadas foram passando e de fato o Independiente terminou o Clausura salvo e inclusive distante do rebaixamento. E, como se pensava, o duelo contra o Huracán definiria a vida dos quemeros na primeira divisão. Mohamed, mesmo de longe, via o campeonato se dirigindo ao fim e o seu Huracán, que terminaria na lanterna, com 14 pontos em 19 partidas, acumulando caídas no Clausura. Nos dias anteriores ao confronto, não bastasse a aflição óbvia que tomava conta de Mohamed, pressões externas com outros interesses agravaram a prévia da partida. Primeiro, o técnico do Quilmes, Caruso Lombardi, declarou publicamente que o técnico não estava sendo profissional e que a atuação do Independiente precisava ser cuidadosamente analisada na partida que definiria, também, o porvenir do Quilmes.
Durante toda uma semana, o assunto de Mohamed foi mais o Huracán, o passado no Palacio Ducó, a pena que sentia pelo possível descenso e a impotência em poder ajudar diretamente o ex-clube do que o Independiente, a importância da vitória, a chance de terminar o torneio por cima e inclusive acima do rival Racing. Fato que desgostou boa parte da parcialidade do Rey de Copas de Avellaneda. Os mais radicais disseram que a camisa do Rojo era importante demais para estar assim, explicitamente em segundo plano para o próprio treinador. A imprensa colaborou com a aflição ao anunciar, como manchete, “Turco, de que lado estás?”. Surgiram até cartazes nos muros de Avellaneda: “Turco, te queremos en Independiente, no en Huracán”.
Mais do que estar em um lado em outro, Antonio Mohamed queria era estar longe daquela partida. Longe de Buenos Aires e de Avellaneda. Por uma semana, aceitaria trocar o cargo no Independiente para cantar tangos no inverno de Mar del Plata ou lutar boxe em um decadente salão de Jujuy. Aquilo de fugir do país era, é evidente, um desejo impossível de tomar forma na realidade. Em um futebol cada dia mais profissional, ainda que em um profissionalismo postiço, deixar de dirigir o seu time na maldita partida certamente custaria o seu emprego. Então, no último sábado, Antonio Mohamed foi para a cancha. Entrou no Libertadores da América sem nem olhar para os aficionados do Huracán; acenou rapidamente para os do Independiente, sentou-se ao banco e fechou os olhos. Qualquer coisa que acontecesse durante a partida só pioraria as coisas, essa era a desgraça. Vencer poderia significar a dor de uma gente da qual faz parte; não vencer daria margens para todo tipo de especulações.
Especulações que se dissiparam a cada gol do Independiente. A atuação foi impecável, uma das melhores do ano. Os comandados por Mohamed destruíram o psicológico de quem corria em campo sabendo que aquela tragédia terminaria com o rebaixamento. Afinal, o Huracán era goleado e o Gimnasia vencia o seu jogo em La Plata. O placar final foi de 5×1, mas nem todos sorriam ou gritavam olé. “El Turco” cerrou outras vez os olhos no primeiro gol, não alterou nenhum músculo do rosto no segundo e pareceu suportar o choro com toda a força do corpo nos tentos seguintes. A própria torcida do Huracán, na tribuna dos visitantes, preferiu o silêncio a um insensato protesto violento – ato que já havia ocorrido no Clausura e custado o mando de campo nas rodadas finais. Ao fim de tudo em Avellaneda, restavam ainda uns poucos minutos de Gimnasia e Boca em La Plata. Com o rádio no ouvido, jogadores e torcedores clamavam por mais uma chance, totalmente à parte de merecimentos e justiças, mas uma chance divina para aliviar aquela tarde. Até que, aos quarenta oito do segundo tempo, o zagueiro Christian Cellay, quemero como o Turco Mohamed, empatou para o Boca e devolveu a vida ao Huracán – e a alma ao corpo do treinador.
Cellay, campeão da América pelo Estudiantes em 2009, é outro formado em Parque Patricios. Defendeu as cores do Huracán por mais de dez anos, contando o tempo nas categorias de base e no profissional; nasceu no bairro e assumiu-se torcedor do clube. Esteve na equipe dirigida justamente por Mohamed no último acesso do Globo. Na história de sábado, Cellay era quem poderia fazer algo pelo seu clube – era o “Turco” com possibilidades de ação, mesmo que não fosse turco e atuasse pelo Boca. No Clausura, o defensor vivia péssima fase e fora contestado por dirigentes em La Bombonera, que chegaram a dizer que contrataram o Cellay campeão da Libertadores, e não este de agora. Não havia marcado nenhum gol até sábado. Até que marcou os dois do empate contra o Gimnasia. A comemoração do último, quando restavam dez segundos para o fim, mostra que algo de secreto ou ao menos mais profundo havia ali – sobrou até para a eternamente melancólica torcida do Gimnasia, que teve de ver Cellay estragando toda uma festa e gritando por um time que jogava a quilômetros dali. Cellay empatava o jogo para o Boca, mas era como se estivesse em Avellaneda, vestindo branco e beijando o escudo que escolheu para amar no futebol.
Após os resultados de sábado, Gimnasia e Huracán ficaram exatamente empatados na média de pontos do rebaixamento. De modo que precisarão jogar uma partida de desempate, em campo neutro, para decidir quem disputa a Promoción e quem estará diretamente rebaixado. Já há data e local: o confronto único ocorre na quarta-feira, em La Bombonera. Quem vencer luta pela permanência na primeira divisão em partidas de ida e volta contra o San Martín de San Juan, o terceiro colocado na Nacional B. O Quilmes, que perdeu em casa para o Olimpo por 1-0, também no sábado, é o único com o rebaixamento já decretado.
Em Núñez há apenas ódio e nada disso é segredo
O River Plate passou a semana prévia ao confronto diante do Lanús com a calculadora na mão. Testava todas as possibilidades que poderiam salvá-lo da Promoción. Para tanto, precisava de favores do Quilmes e do Argentinos Juniors. Em campo, faltou o mais importante, o primeiro elemento de qualquer possível redenção – faltou vencer o Lanús, que pouco tinha a fazer no campeonato a não ser entrar para a história. É o poço mais fundo dos 110 anos do River Plate. Há vinte e cinco, o clube erguia a primeira Copa Libertadores com Pumpido, Ruggeri e Norberto Alonso. Há quinze, festejava a segunda, desta vez com Francescoli, Ortega e Hernán Crespo. Quarta-feira, enfrenta o Belgrano, em Córdoba, na primeira das duas mais longas partidas da sua larga existência.
Para o Olé, metade da culpa é do ex-presidente Aguilar e a outra metade de Daniel Passarella, o atual. Na capa de ontem, a faixa vermelha da camiseta do River dividia as duas porcentagens. O ex-capitão que se transformou em presidente assumiu o clube com a certeza de que o maior problema seria a ameaça de rebaixamento. Teve dois torneios curtos para salvar o promédio, desafio que não pôde cumprir. No Clausura, a equipe de Juan José López não iniciou mal, mas a pressão a cada final de semana e a ameaça de Olimpo e Tigre, que subiam as suas médias, terminou em uma série de sete partidas sem vitória. Hoje, mais do que qualquer critério futebolístico, o que importa para os jogadores do River é a capacidade de jogar futebol em um momento tão calamitoso. Contra o Lanús e inicialmente sob aplausos por um Monumental quase repleto, poucos tiveram uma atuação apresentável.
Um gol de Leandro Díaz nos acréscimos do segundo tempo sentenciou a derrota de 2-1 para o Lanús. Ontem, choveu o dia todo em Buenos Aires. Os portões do Monumental estiveram fechados, mas atletas e comissão técnica estavam ali – hoje o time viaja em direção a Córdoba, onde inicia o duelo contra o Belgrano. Se o River vive uma crise interminável, tampouco o rebaixamento é visto por alguém como um acontecimento drástico que pode ser até positivo. Antes de tudo, seria a maior mancha de toda a sua memória – e a certeza de ter de jogar contra o Boca Unidos, de Corrientes, já no segundo semestre. Independentemente do que aconteça no interior, o River volta ao Monumental de Núñez. Em casa, e com a vantagem de jogar por resultados iguais, decidirá se garante mais um ano na primeira divisão e a possibilidade de se recuperar de uma agonia que parece infinita ou se cai e protagoniza uma das maiores tragédias modernas do futebol argentino.
Saludos,
Iuri Müller






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Clap Clap Clap. Perfeito.
toda esta FLEUMA deve demonstrar CLARAMENTE aos MODERNOS, se eh possível se discutir quem ES EL SEXTO GRANDE… ainda sobre os CINCO que são mas ACARICIADOS???
comoção, inconsciente coletivo, história e um CLASSICO
nem pintando el pelo te propicia isto…
mas eh um clube pra la de reispeitavel que seguirá arrecadando torneos por um bueno tempo.
pero o São caetano tb os tem ja a ponte preta… eh BEM maior!!!
e que grande sábado tivemos e os miercoles e domingos próximos serão de arrepiar sín duda!!!
ahhh e assim arranca o promedio pra próx. temporada:
1 Velez 61 82 143 76 1.882
2 Estudiantes 71 69 140 76 1.842
3 Argentinos 73 54 127 76 1.671
4 Lanus 60 63 123 76 1.618
5 Banfield 73 47 120 76 1.579
6 Godoy Cruz 53 63 116 76 1.526
7 Independiente 68 43 111 76 1.461
8 Newells 69 42 111 76 1.461
9 Arsenal 46 57 103 76 1.355
10 All Boys 0 51 51 38 1.342
11 Colon 55 47 102 76 1.342
12 Boca Juniors 47 53 100 76 1.316
13 River Plate 43 57 100 76 1.316
14 San Lorenzo 52 47 99 76 1.303
15 Racing 46 52 98 76 1.290
16 Olimpo 0 48 48 38 1.263
17 Tigre 32 50 82 76 1.079
18 Gimnasia 37 33 70 76 0.921
19 Huracan 37 30 67 76 0.882
Grande texto.
Quem já viu seu time cair (meu caso) olha esses jogos do River e pensa “Já vi esse filme”. É incrível a incapacidade de reação que toma conta dos jogadores e da comissão técnica em momentos como esses.
Esses jogos contra o Belgrano tendem a ser deprimentes. Por mais que o River seja superior tecnicamente (não sei se é), o ânimo vai fazer uma baita diferença. Há uma estatística que mostra quem leva a melhor nas promocións, se quem tá subindo ou quem tá caindo?
Te Bamos a extrañar riBer…
Aguante Belgrano
(alguem mais reparou na camisa do framengo no vivente bem no centro dessa foto http://impedimento.org/wp-content/uploads/2011/06/1393782.jpg ?)
Alias, caso El Globo ou El Lobo permanecam na primeira divisão, ganhando do San Martin, vai ser mto complicado que esse time se mantenha, ja que vai herdar poucos pontos desse clausura (30 e 33, respectivamente), ferrando com o promedio.
Bah, Chango, é o Godo ali no meio dos millonários…
Mas tem que fazer um esforço do caralho pra conseguir cair…
Ainda jogarão dois jogos, com o últimos sendo em casa e podendo ter dois resultados iguais… Tá loco, que tetinha… Que bom que no Brasil não é assim, senão de grande, só o Grêmio teria sido rebaixado até hoje…
River escapará ainda
Será que o Sportv passará o jogo na 4ª ou será apenas pela web mesmo?
Cesarotti,
O La Pelota no Dobla listou todos os descensos e ascensos aqui, mas não há porcentagens ou análise: http://la-pelota-no-dobla.blogspot.com/2011/06/todos-los-ascensos-y-descensos-del.html
O que não coube no texto mas que também é interessante: o gol de empate do Boca saiu do último toque na bola da carreira de Martín Palermo. Ele desviou de cabeça um cruzamento e habilitou Cellay na pequena área.
#10 Que eu saiba o governo Argentino comprou os direitos (e/ou tem uma lei ou clausula de contrato) que proíbe qualquer canal de tv pago a transmitir os jogos da primeira divisão ao vivo, por isso que apenas o esporte interativo passa aqui pro brasil (sportv mostra apenas repetecos). Não sei como funciona pra promoción, mas provavelmente é a mesma coisa. (se eu estiver errado me corrijam)
#9
O gremio fez um grande brasileiro em 90, entao imagino que o promedio o teria salvo em 91. O fluminense provavelmente teria caido em 98 por causa das campanhas de 96 e 97. O Corinthians em 2000 fez um brasileirao terrivel (foi penultimo) e teria boas chances de cair em 2002 no promedio. Em 2003 o flamengo estaria com a corda no pescoco por causa das campanhas de 2001 e 2002. O gremio, devido as campanhas de 2003 e 2004, provavelmente cairia em 2005 mesmo fazendo campanha de libertadores. Essa media de pontos rebaixaria o botafogo em varias ocasioes (de 95 ate 2009 nao ficava entre os 10 melhores do brasileirao), etc. No brasil temos tantos “grandes” que variam suas campanhas de ano a ano (fluminense de 2009-2010, inter de 99 e 2000) que sempre teriamos um ou outro brigando pra nao cair. Na argentina o numero de grandes eh menor, entao o caso do river chama mais atencao.
Alias, o estudiantes ja foi rebaixado no campeonato argentino.
Mais lindo que o velório em Nuñez foi o final da partida em La Plata acompanhado da reação dos quemeros em Avellaneda. E ainda tem gente que prefere VÔLEI DE PRAIA. Credo
#14 O vôlei de praia feminino tem lá seu valor…
Sensacional o texto, Iuri – principalmente nos detalhes sobre Huracán e Gimnasia.
bá, grande post. histórico.
e se não fosse o bastante ter história do lado do Huracán, tem tbm do outro lado
http://impedimento.org/2011/03/22/uma-historia-de-outros-tempos/
e aí, mestre iuri? q hacemos?
#8
Vou cobrar meus AUTORAIS. (ns)
Grande relato, Iuri.
Time grande quando entra nesta espiral de derrotas e fica ameaçado, cai. A menos que compre um certo time do norte do brasil.
As situações do Turco e do Cellay, que mesmo em outros times, estavam com a cabeça e o coração no Huracan; do Schellotto, que voltou para tentar salvar o time que ama do rebaixamento; do River, um gigante à beira do maior vexame de sua história são incríveis, se um roteirista escrevesse que tudo isso poderia acontecer no mesmo campeonato eu certamente diria que só na ficção para acontecer uma coisa tão dramática ao mesmo tempo.
E o texto do Iuri é ótimo, faz jus a esses momentos históricos.
E quando se compra um time de santa catarina ? aí não conta ? Ah, nem tem como falar, porque no outro ano, não satisfeitos, foram rebaixados com antecedência. Pela segunda vez.
talvez o River venha fazer uma pós-graduação sobre série b com o Phd Imortal.
Bah, o do #22 saiu do Orkut e veio direto pro impedimento…
eu não sei se, sendo torcedor do Gimnasia, me importaria se os Lobos caíssem de uma vez para a segunda divisão.
acho que faz uns 4 ou 5 anos que o Gimnasia está sempre com a corda no pescoço, não importa a campanha que faça. De repente é melhor cair e zerar o promedio do que seguir com o coração na mão em todo torneio curto.
TEm um canal da Net, ATC, canal publico argentino, q passa os jogos. PAssará os de quarta, certamente. A imagem é pior q o youtube de uma camera megapix q tu paga em 12 parcelinhas de 29,90 no programa do Datena….mas já é alguma coisa.
A rodada de sabado foi SENSACIONAL. Mais sensacional ainda ver as entrevistas na saída do estádio e ouvir a mitre na internet com os caras CHORANDO no telefone. Argentino manja muito de tragédia.
ou então, vou repetir pela milésima VEZ: COMPREM UM AZBOX, VEJAM FOX SPORTS E TYC SPORTS E VÃO VIVER A FELICIDADE, PORRA.
pra quem não tem Azbox, http://www.futbolarg.com é a vida
O último título que o Gimnasia disputou foi em 2005, de lá para cá só tem se dedicado a escapar da degola nas últimas rodadas ou na Promoción. Acho que os “Triperos” são melhores que Huracán e San Martín, mas nunca se sabe…o Gimnasia consegue transformar um jogo ganho em uma final de Copa Libertadores.
Não vai ser fácil, mas acho que o Lobo Platense escapa de novo.
gimnasia X huracan >>>>> river X belgrano
carga emocional fodona
FODA PRA PORRA
aaahhhh, esqueci q não incorpora mais sozinho…AGAINST MODERN IMPEDIMENTO
pra matar saudades. Será que ela aparece na Copa América?
http://a3.twimg.com/profile_images/1393727789/img_c0ff935c5b2fd3c88d9f57361e102b3f.jpg
Porra, que campeonato foda este Clausura. Trezentas possibilidades nos jogos de sábado, com aquelas janelinhas atucanantes em baixo da tela mostrando as outras canchas.
Realmente não sei pra quem torcer entre Gimnasia e Huracán. O ideial seria que a AFA garantisse estes dois na sul-Americana e colocasse River e Boca no descenso.
Eu assisti ao jogo do River praticamente sem travar num link que catei no http://www.rojadirecta.es. Vale a pena tentar, sempre tem um que engrena.
De fato, esse formulismo argentino é a melhor coisa que há
http://deportes.terra.com.ar/foto/las-guerreras-del-ascenso-dan-calor-al-futbol-argentino,e95148ff8c24a210VgnVCM4000009bf154d0RCRD.html
Cecconello genio, este site, rojadirecta.es é o melhor que há, tem tudo o que é jogo, inclusive de Rugby.
Muito bom!
Quanto as chicas do ascenso, as do ALMIRANTE BROWN de Isidro Casanova dominam, o resto luta pela PERMANENCIA.
http://www.mitierratvco2.com
http://www.mitierratvco.com
http://www.freddytv.com
sao as alternativas
Um fortinero apareceu em outro post e GRITOU isso aqui:
“que vienen a hablar mal de velez manga de putos resentidos envidiosos del orto…parece q la envidia llega hasta brasil eeeh veo muchos brazucas dados vueltas contra velez por la final con Buracan…chupense una buena poronga a todos los q hablan mal del club ejemplo del futbol argentino…un club q crece dia a dia. a ver los que vardean tanto, diganme que equipo crece dia a dia como crece velez????? nombrame uno q crezca al mismo paso o mas rapido q velez, uno solo te pido eh, si a vos o todos los q se llenan la boca hablando mal de nosotros, uno solo nombrame. VAMOS VELEZ CARAJO LA ENVIDIA LOS MATA, A NOSOTROS SU ENVIDIA NOS HACE CADA VEZ MAS GRANDES.
VELEZ Y FLU EL RESTO A CHUPARRRRLAAAAAA”
BURACÁN
CHUPENSE UNA BUENA PORONGA
VELEZ Y FLU
Ha cartazes do pesoal do Independiente pela cidade exigindo PROFISIONALISMO de Mohamed e tb para q ele continue na proxima temporada.
Tem o simbolo do ROJO do lado esquerdo e o do Huracan do lado direito com um “X” enorme preto em cima.
Abaixo diso tudo se le algo como: “El Rojo te la banco y ahora que vas a hacer?”
Sobre o #38 repostado, eh o q eu digo; mas tb poco importa los demas, como diz a musica.
Mas pasei umas boas horas com o pesoal no Amalfitani mais uma vez e a unica coisa q sigo sem entender eh esta ‘amizade’ com o fluminense. Eu dise pro pesoal no estadio q qeria ver se esta ‘uniao’ seria mantida ao ver o PRIMEIRO CONFRONTO NA HISTORIA entre os dois SE o Libertad nao tivesse eliminado o Flu nas oitavas.
VELEZ Y GREMIO
asdfghjkl
Quem sao os grandes?
RA-SIN-CLUB, el SEPTIMO grande.
1 Velez 61 82 143 76 1.882
2 Estudiantes 71 69 140 76 1.842
………………………………………………….
7 Independiente 68 43 111 76 1.461
………………………………………………….
12 Boca Juniors 47 53 100 76 1.316
13 River Plate 43 57 100 76 1.316
14 San Lorenzo 52 47 99 76 1.303
15 Racing 46 52 98 76 1.290
#40
Velez y Flu não seria pelas camisas iguais? (a comemorativa do Velez é igual a do Flu)
Obvio, mas nada a ver igual. SE for por ai, SANTOS E REAL MADRID sao IRMAOS desde sempre. Exemplifico com GREMIO y ALMAGRO.
O Gremio nao tem NADA A GANHAR com esta UNIAO. Quem se importa em celebrar UM ASCENSO A B NACIONAL???
E na real, nao eh comemorativa, foi a primeira camisa, antes do pesoal pegar a da V azulada q uma equipe de rugby nunca foi buscar no alfaiate,
pero a los de almagro les gustan a un grande como Gremio…
vide o muro pintado nas cercanias da cancha? ou em almagro? ou PARK PORTUGUESES?
OU MESMO EM BOEDO? SEI LÁ ONDE, MAS TA PINTADO AINDA? uhaushaushaushuahsuahsuahushaush
che, falando em AMISTAD yo sabia que era bem antiga a dos manyas con ELP, pero no me imaginava que:
http://pinchabook.soypincharrata.tv/photo/manya7-1?context=featured
CARAJO!!!
sei que Grêmio-Nacional tem uma AMISTAD institucional bem larga, vasculhando em sitios inteernéticos vi documentos que datavam de 1953 e falando em ratificação de uma VELHA AMISTAD clubistica entre ambos, documentos aliás del BOLSO…
#45 Pois é che, já vi muito bocaberta descrever essa ligação entre Grêmio e Bolso como “coisa de organizada”, quando na verdade é algo que, ao menos no uruguai, faz parte da cultura futebolística. Quem ja foi pra lá sabe que, principalmente em época de jogo do Grêmio lá, é MUITO bem recebido pelo pessoal do Nacional, não só no Parque Central mas nas ruas, enquanto se cansa de ouvir chingamentos de carboneros.
Isso deve vir do Nacional x Inter de 80, seguido do Grêmio x Peñarol de 83
Pode ser, mas provavelmente nao.
Assim como nao ‘formou’ a dupla Gremio-Boca pelas constantes eliminacoes do River frente ao Gremio assim como as do Inter frente ao Boca.
Quando chegou 2007, todos q tinham camisa do Boca SUMIRAM DAS ARQUIBANCADAS DO OLIMPICO.
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