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Ya mis ojos son barro / En la inundación
Que crece, decrece / Aparece y se va
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Ainda não chovia em Santa Maria quando o Riograndense engatou as suas vitórias em 1940. Aliás, por vezes havia chuva, mas precipitações que não eram absurdas – quando a água caía, as avenidas se encharcavam a ponto de, no máximo, incomodar a soleira dos botecos das calçadas. Em Santa Maria, destino e referência dos trens daquele tempo, a geografia sempre colaborou com o escorrer das gotas – ou quem sabe era a sorte que fazia com que tudo secasse mais rápido por ali. Alheio às enchentes que ainda não eram assunto, o Riograndense treinava no pé do seu morro.
Naquele tempo, o Estádio dos Eucaliptos honrava o nome. Atrás do pavilhão, hoje velho, reformado, e naquela época maduro, consolidado, as árvores faziam parte do cenário. Mas em 1940, como hoje, a cancha era acanhada, frequentada por uma pequena freguesia fiel e muito identificada com o vermelho e o esmeralda do clube. No Campeonato Gaúcho de então, a equipe representava a cidade – e havia formado um elenco mais capaz do que mandava o costume.
Havia uma fileira de defensores escolhida a dedo na região – descendentes de italianos que desciam das rotas da Quarta Colônia para praticar o futebol de forma menos amadora do que nos quintais de Faxinal do Soturno. E também os ferroviários e os filhos desses, forjados na própria Santa Maria, na estação poucos metros distante daquele estádio. No ataque, como sempre ocorreu e como para sempre será, a diretoria se voltou para os jovens ligeiros da cidade que, além da velocidade, não sentiriam medo frente a defesa alguma.
Entre os ofensivos, entretanto, havia uma exceção. Centroavante de trote pequeno, mas de cabeceio reconhecido e de uma noção de posicionamento bem acima do seu tempo, João Guiné não era como os moleques que, com a pelota no pé, corriam com o olhar mirando o chão, escapando mais por instinto do que por inteligência dos defensores rivais. Nos amistosos que antecederam o campeonato, marcou gols em todos eles: contra o velho Guarani, de Cruz Alta, e nos derbys diante do Guarany Atlântico e do Internacional, ambos da mesma Santa Maria.
Quando o certame tornou-se oficial e o clima ameno dos amistosos já inexistia, os tentos se repetiram. Foi assim na fase regional do Campeonato Gaúcho de 40, em que a ocasião fez do velho Cachoeira o adversário do Riograndense. Nos arrozais de lá, o Periquito empatou por uma quantidade de gols que o tempo tornou incerta, mas em Santa Maria os registros indicam certa vitória por 2-0 – dois gols de Guiné, do centroavante. Era um período de poucas equipes e enfrentamentos. A dificuldade estava em preparar o quadro, caprichar nos amistosos e ultrapassar a etapa regional – disputar trinta jogos por um mesmo torneio era a realidade de uma banda que não a nossa.
A última fase era feita de um quadrangular entre o Riograndense, o Bagé, o Cruzeiro de Porto Alegre e o Grêmio, outro da capital. O regulamento previa um turno só, sendo do destino – ou das influências que poucos fizeram questão de lembrar, tantos anos depois – a responsabilidade de definir quem jogaria mais partidas em domínio próprio. Ao Riograndense, coube as duas famigeradas viagens – rumaria a Porto Alegre um par de vezes, percurso perigoso para o orçamento de qualquer clube interiorano, sendo o confronto contra o Guarany o único na condição de local.
Da Estação Ferroviária de Santa Maria em direção a de Porto Alegre, situada nas proximidades de onde hoje se ergue o Aeroporto Salgado Filho, viajava a delegação do Riograndense pelo interior do Estado. Tratava-se de um trajeto algo desabitado, em que o trem deixava o apito e o cheiro de carvão em trechos em que muitas vezes não havia nada. No futebol de antanho, as viagens não eram festivas e barulhentas como as de hoje – talvez por culpa do cenário ou da espera, a rota era de horas bucólicas e de poucos ruídos.
E, nas duas oportunidades, o Riograndense perdeu. Além dos resultados, entretanto, o Correio do Povo, periódico leal e valoroso na década de 40, ressaltava um punhado de lances do atacante rubro-esmeralda, que apesar de ser desconhecido, como eram todos os outros, deixou marcas na cancha do Cruzeiro e na própria Baixada do Moinhos de Vento. João Guiné não tinha nem vinte anos quando se fez destaque de um Riograndense finalista, motivo que independia de outros artifícios para provocar graça e orgulho no retorno à Santa Maria.
Suas atuações, as linhas que a imprensa da capital dedicou, elogiosa, aos seus gols e a campanha do Riograndense naquele campeonato levaram Guiné outra vez ao futebol metropolitano. Desta vez não em uma passagem intercalada por idas e voltas de trem em um curto intervalo de dias – era um acerto formal com o Cruzeiro de Porto Alegre para a próxima temporada, a de 1941, ano em que o Estrelado terminaria o seu estádio. Aliás, “o estádium mais lindo do sul do Brasil”, como constava no convite para a inauguração da cancha do bairro Medianeira, no limite em que a área já se enroscava com a Azenha.
Aquele ano de 1941 debutou com sol, condição climática que mais tarde seria tratada como uma mínima e insuficiente compensação para as intempéries que chegariam meses depois. Desde os primeiros meses, Guiné esteve em Porto Alegre: ambientando-se com as bases cruzeiristas, conhecendo cantos da maior cidade do sul – até então Porto Alegre abrigava cerca de duzentas e oitenta mil almas – e aproveitando as regalias que uma vida mais urbana proporcionava. Se Santa Maria era uma cidade na iminência de crescer a partir da ferrovia, Porto Alegre era uma realidade que não dependia apenas de linhas de trem.
Em março, poucos dias antes do início do campeonato estadual, o Cruzeiro rompe as fitas do seu estádio, o da Montanha – grande como também era aquele clube excursionista, desbravador da Europa e forte em sua província. A partir dos bons antecedentes e da qualidade demonstrada nas primeiras práticas, Guiné ocupou um posto na escalação titular. Na primeira partida, vitória e gol na inauguração do estádio, fato que mereceu grande festa, sendo o São Paulo de Rio Grande o convidado respeitoso em questão – participou de todas as comemorações, portou-se dignamente em campo e saiu mudo com a derrota no lombo.
Menos de um mês depois, veio a chuva – violenta como se nunca fosse parar. Logo nos primeiros dias os trovões e o vento aderiram à causa chuvosa, mas as noites seguintes foram de pura e simples inundação. Porto Alegre não tinha visto nada igual e não voltaria a ver, passados quase setenta anos do ocorrido. O “tempo de recorrência”, cálculo que prevê quanto anos depois ocorrerá um fenômeno do mesmo tamanho, indicou algo como trezentas e setenta temporadas. Se houver acontecimento semelhante, a chuva encontrará uma capital ainda despreparada, mas com o muro da Mauá como a maior das resistências aquáticas.
Porto Alegre pareceu, em um primeiro momento, pasma. Não houve grandes reações por parte das autoridades – quando as semanas passaram a acumular, o próprio interventor da cidade percorreu, de barco, as ruelas de capital com o fim de catalogar os que perderam as casas, os pertences e inclusive a família. É da mesma época o poema de Mario Quintana sobre a invasão dos barcos até nos sonhos. Era um tempo em que fazer poemas era absolutamente desnecessário, segundo o próprio Quintana, mas que o futebol se encontrava no calendário. E a cancha do Cruzeiro, míseras noites após os festejos iniciais, perdeu parte das arquibancadas e quase caiu em definitivo – seria a trajetória mais efêmera já registrada por um estádio porto-alegrense.
A maior complicação foi a impossibilidade de acessar as arquibancadas – porque a água superava os degraus e pelo fato de poucos pensarem em futebol quando se vive um dilúvio daqueles. Nos primeiros sete dias, optou-se por seguir treinando. Mas no Lami, no trecho bem distante da praia de Ipanema que engoliu a urbanização mais próxima. Se hoje a região segue com aspectos amplamente bucólicos, nos anos 40 o bairro era um matagal infinito – com trechos de grama aparada onde o Cruzeiro por vezes treinava. Naquele pântano, a equipe manteve a forma física por alguns dias. No momento em que a situação ganhou o formato de catástrofe, tudo se interrompeu.
Quando a chuva – que duraria exatos vinte e dois dias – fechou sua segunda semana de presença em Porto Alegre, já eram quase cinquenta mil os desabrigados da metrópole. Entre eles, como manda a lógica, todo o time do Cruzeiro. Os jogadores, sem melhores alternativas eram moradores de hotéis baratos, de cortiços no Centro ou de pequenas casas nos arrabaldes. João Guiné esperou até o último segundo que pôde – ele havia acumulado uma adoração pelas andanças centrais, pelo chimarrão que tomava com um outro comerciante na Rua da Praia e pelo Cruzeiro, plano que havia dado certo e desmoronado em tão pouco.
No domingo, o de onze de maio, estava dado o recado oficial: não parou de chover em Porto Alegre e talvez fique assim para sempre. Os que tivessem um lugar em outra praça e uma possibilidade de sair dali, que fossem correndo! Para Santa Maria, os trilhos inundados complicavam a travessia. A locomotiva só sairia depois de uma série de garantias de segurança que, na realidade, pouca coisa significavam. Atento à boataria de que, se seguisse chovendo, a capital estaria inteiramente ilhada, João Guiné partiu no único e disputado trem daqueles dias. Com um punhado de roupas molhadas, uma flâmula do Cruzeiro na mala e a esperança de voltar algum dia, rompeu naquela serpente de fogo as entranhas do Rio Grande.
Voltaria trinta anos depois, para ter a certeza de que o Mercado Público resistiu ao temporal.
Iuri Müller




Grande Müller!!
Momento merchan
BloGreNal atualizado!
A edição 191 traz, como artigos:
PAUL McCARTNEY NO BEIRA-RIO (Internacional)
LÍDERES DO RETURNO (Grêmio)
Os títulos já mostram a diferença no estado de ânimo entre os torcedores…
http://mundoesportivo-classicos-grenal.blogspot.com/
Juro que li no título de relance:
A História inundada do CANINDÉ.
Iuri, texto para emoldurar paredes dos mais nobres estádios. Parabéns.
Báh.
BÁH!
Belo texto Iuri.
Tchê, em nenhum outro lugar encontro textos como esse sobre o futbol.
Simplesmente sensacional!
Parabéns!
Como diria Daniel Cassol: esse Iuri é tratante mas é muito FODA.
SENSACIONAL!
PS: uma pequena correção, esse jogo de inauguração da Montanha foi contra o São Paulo de São Paulo mesmo.
Porra, che.
Tá ficando chato ter que elogiar sempre os textos do Iuri, mas o cara não deixa outra alternativa, ushjfghg.
Sobre o dilúvio de 1941, recomendo a todos a “clássica” música da Graforréia, “Enchente de 41″.
salve salve salve salve
o cabra macho em extinção
pois do jeito que a coisa tá indo
só sobra viado e sapatão
Puta que pariu.
Demais, Iuri. Demais!
Baita texto, Iuri, parabéns!
Lembro, ainda criança, de quando fui no enterro de um amigo do meu pai, lá no cemitério João XXIII, e o meu velho me levou para conhecer os degraus da antiga arquibancada da Colina Melancólica, ex-estádio do Cruzeirinho.
Este Iuri é dimais Gabardo.
Mas mora onde? Na Groelandia?
Compareça na próxima nua, faço questão de te pagar uma ceva
tão sabendo disso?
Federação Gaúcha confirma Gre-Nal no Uruguai no Gauchão 2011 http://migre.me/1uUGW
ontem tive uma experiência fabulosa que gostaria de compartilhar com vcs, fiz pela primeira vez um 120, um 69 com uma garrafa de 51 estocada no cu da moça, quack
O Cunegundes sempre é capaz de nos surpreender, não é mesmo?
pô, cunegundes… quando inventar de fazer o “171″ não anuncia, por favor…
PAREM AS MÁQUINAS!
Por torneios mais lucrativos, Concacaf quer se fundir à Conmebol
A Concacaf, Confederação de Futebol da América do Norte, solicitou formalmente à FIFA sua fusão com a Conmebol na tarde desta terça-feira, 5.
http://placar.abril.com.br/futebol-internacional/copa-america/noticias/concacaf-quer-se-fundir-a-conmebol.html
#15
ahaahahhaahhahaah. Haja criatividade!
Catarina, mas que merda essa noticia, vamos ter que jogar contra os franguinhos da américa do norte, é o fim, vamos fundar a liga do cone sul bolchevique já, quack
#18
se essa notícia for séria, pode ser a porta de entrada para mais times na Liber. (embora EU não compartilhe da idéia). se isso acontecer, pode saber que teremos G4 no Marinão2010 e a entrada de mais 1 argentino e mais 2 mexicanos.
devo admitir que a única razão de suportar saltamuros na copa é pq assim posso ver os jogos pela TV.
ia ser legal pra caramba ver times de TRINIDAD E TOBAGO, REPUBLICA DOMINICANA e ALASCA (NS) disputando as 500 fases pré-líber
TORONTO RAPTORS na Libertadores 2011! (ns)
ah, sim, e eu sou contra, a princípio. Só chicanos e ianques têm alguma coisa a acrescentar. De resto, só tem tranqueira.
Concordo, mas já temos nossas tranqueiras
E se realmente rolar essa fusão, não tem jeito, todos os países tem pelo menos 1 vaga na primeira das 812 fases de grupo, então preparem-se para ouvir falar E RESENHAR sobre Saprissa, Herediano, Tauro e FC Robin Hood
a propósito, apoiaria mais a entrada dos ianques na Conmebol que dos chicanos. Não só pela grana, mas pq acho eles mais cascudos. Os mexicanos se borram todos diante de um europeu. Os americanos perdem porque são ainda são ruins no futebol, mas não têm medo de ninguém. É o que eu acho.
Se rolasse essa unificação (estranho que só achei essa notícia em português…), eu obrigaria (como já comentei aqui) a que em todos os jogos disputados na Jamaica os times e seleções se perfilassem antes do pontapé inicial para a execução de Punky Reggae Party na versão ao vivo de Babylon By Bus. Aí sim faria algum sentido essa fusão.
“saltamuros”
repetindo:
SALTAMUROS
és um imbecil completo pra escrever isso.
ah vai tomar no furico esse povo lá do norte,não me venham encher o saco aqui no sul não caralho. querem aproveitar de nossa fodonice e ganhar grana,só isso que pensam os nortistas em relação a futebol. não têm nossa alma. são putos.
mas aprovo a volta da COPA INTERAMERICANA. aí sim, uma prova intercontinental é sempre bem vinda.
#24: Não esqueça do Joe Public e do Jabloteh.
aí o campeão e vice da libertadores iriam pro mundial?
a libertadores ainda teria 32 vagas pra 3254984894 de times?
o LIVERPOOL do uruguai vai tirar grana de onde pra jogar contra ALASKA
*ALASQUENSE?
SENSACIONAL, iuri.
lindo esse texto.
#26
devo ser imbecil por não entender teu comentário, não pelo que escrevi. (sim, sou analfabeto funcional).
poderias desenhar a razão de tanta indignação??
só vejo jogos da Liber ….
pq passa na FOX…
pq tem mexicanos jogando…
born to impedimento
#23 Felipe,
…
LA Galaxy viria com Ronaldinho, Beckham e Henry…
Re 15
Não sou contra.
Compl. 35
Quero dizer, preferiria que continuassem separadas; mas que trabalhassem em conjunto. Não é necessária toda uma complicada fusão para realizar competições mais lucrativas.
É…
O Grêmio cairá!
esse zé eduardo é currador profissional hein cunegunde ? maroto e festeiro, com certeza foi ele que levou o telefone das primas pra concentracao, além de dar umas pitadinhas vez ou outra
bah mas olha o gol que o jonas perde no final…
porra, ele estaria com uns TRINTA gols já se ele fizesse a metade dos gols feitos que ele perde
#38
O Paulo Brito falou na transmissão do Sportv que esse Zé Eduardo foi da base gremista. Isso é verdade? Não lembro desse vivente por aqui.
Se bem que o P Brito não fala nada com nada mesmo…
Mas a torcida gostou mesmo foi das intervenções do zagueiro Paulão, que a cada lance arrisca a integridade dos satélites em órbita.
alskjgasjsa Globo Esporte MAROTO
40.
Sim, já passou pela base do Grêmio mesmo. Mas acho que no profissional ele nem chegou a jogar algum jogo. Vou ver na Wikipedia aqui pra ver que ano
“Ainda atuou pelo Sport Recife antes de se transferir para o Grêmio na metade de 2007, ainda nas categorias de base. Em 2008, foi promovido para o grupo profissional. Em fevereiro de 2008, foi emprestado à Ferroviária (SP).”
Che’s , agradeço verdadeiramente
Sobre a GROENLÂNDIA, na verdade moro em Santa Maria – mas atuaria em muitas e variadas Impednuas se não fosse uma impossibilidade MOMENTÂNEA de jogar. Coisa que já está na etapa final da recuperação.
Abraços e cobrarei a cerveja!
mas o que significa esse OSCAR?????????
TODOS os reservas do INTER são uma MERDA, TODOS!!!!!!!!!!!!!!!
Inter marcando passo na rodada…
Tá louco, até o time de bocha do E.C. Polar joga com mais vontade que esse time do Inter. Edu não dá mais…
Grêmio a um ponto da “ex” zona da Libertadores… maldita CONMEBOL
sinceramente, eu não gosto dessa ideia da concacaf, eu odeio os países de lá, e sinceramente ter mexicano na libertadores já é ofensivo, então imagina ter times do panamá, jamaica,etc…
libertadores deveria ser mercosul + chile, a propósito…
Jonas adepto da Lei de Sancho, como comprova o último lance de hoje…
—
Re 47
Estamos a dois do co-irmão, no nosso campeonato particular.
De ler CHORANDO esse texto. Deveras sensacional!
E pra quem conhece a capital, olhar essa foto da Rua da Praia em frente à Livraria do Globo com água NA CINTURA é de assustar.
E quando tu termina um texto digno de livro e vai para os comentários encontrar Cunegundes e seu CENTO E VINTE, tens a certeza de que estás no lugar certo.
Schiavi goleador!!! New’s Old Boys meteu 6 no pobre San José pela Sula…
master djounas véio
é o araketu imortal
muita dança
muito suingue
pra voce
pra mim
triangulações
corta luz dentro da area, bucha de canhota
e renato el pigatori é o anjo iluminado
se o leandro tivesse jogado algo hoje aí eu largava de vez e ja chamava a faixa
renato é o messias
insanidadehoch
Hahaha!
Eu admito que eu tinha preconceito contra o Jonas. Mas em minha defesa eu não lembro na história do futebol ver um jogador com tão pouco talento nato pra jogar bola, jogar tanto!
O cara faz golaços de fora da área e perde gols sem goleiro. Uma diversão só assistir ele jogar.
Tem que ficar no Grêmio pra sempre.
Só aceito os ianques na Libertadores se o nosso time de rúgbi americano, o Forquetinha Werewolves, tiver chance de disputar a NFL.
“O cara faz golaços de fora da área e perde gols sem goleiro. Uma diversão só assistir ele jogar.
Tem que ficar no Grêmio pra sempre.”
[2]
esse marlon aí arriba não era eu.
e o Jonas tá com catinga de gol, no es posible che.