“Arrancamos ganhando mas caímos quatro vezes e tudo voltou a ser como era antes”. Assim o racinguista explica a sua situação atual no Torneio Apertura da Argentina. E Miguel Angel Russo, desde a sua casamata, contava com as melhorias que os reforços, já ambientados no Cilindro de Avellaneda, trariam ao Racing Club. O treinador teve duas ilusões: nas primeiras rodadas, o Racing bateu o All Boys em casa por 1-0 e derrotou o Boca na Bombonera por 2-1. Depois disso, foram quatro jogos e quatro derrotas.
O primeiro revés tem como culpado o grandalhão uruguaio Sebastián Balsas. O centroavante, ex-Nacional e que se juntou às fileiras do San Lorenzo, marcou o tento que fechou a partida em 1-2 aos quarenta do segundo tempo. Depois, derrotas para o Olimpo (fora) e Colón (como local), o suficiente para lembrar de toda a ladainha do descenso – como se todos em Avellaneda já não estivessem até a alma traumatizados pelo rebaixamento. Na última rodada, era precisa desafiar o Estudiantes em Quilmes e levantar algum ponto outra vez.
Mas Enzo Pérez e Gabriel Mercado, ex-capitão do Racing que deixou o Estádio Juan Domingo Perón brigado até com o porteiro, marcaram para o “Pincha”, um dos líderes do Apertura – para o Racing, ninguém fez gol e poucos tentaram. Era a quarta derrota seguida em seis partidas. Bastou para que o presidente Rodolfo Molina cobrasse mais dos medalhões (Bieler, Toranzo) e ouvisse uns desaforos de quem tinha pouco a ver com a história, caso do colombiano Giovanni Moreno. Menos mal que ainda sobram uns pontos de vantagem sobre River, Gimnasia e os clubes que subiram agora e que acabarão devorados pelo regulamento. Hoje à noite, o Racing recebe o Lanús acreditando em dias menos amaldiçoados.

Impressionante a arrancada do River nas seis rodadas inicias, em que já somou 13 pontos. A soma faz com que a equipe de Nuñez divida a ponta com Vélez e Estudiantes, que conta com um jogo a menos. Mas é certo que Ángel Cappa acertou a mão. Mais além da derrota frente ao Vélez, a única até aqui, houve vitórias convincentes e a afirmação dos jovens que Cappa lançou como os salvadores do Monumental. O mais matreiro deles parece ser Funes Mori, atacante que em quatro ocasiões já festejou no Apertura. A última contra o Arsenal de Sarandí, ocasião em que a cancha encheu para ver o River alcançar a ponta da tabela e sair da zona de rebaixamento – localidade que parecia eterna no início do campeonato.
Mas o exemplo a seguir é um aviso para Racing e River Plate – a insistência, algum dia, resultará no descenso puro e simples. Ao menos parece ser esse o destino do Gimnasia de La Plata, que torneio após torneio frequenta sem pudor a menos digna das zonas portenhas – a que leva à Nacional B. Nas cinco partidas disputadas, dois empates e três derrotas. Em aspectos gerais, ultima colocação no Clausura e vaga na Promoción a partir do cálculo do descenso. Pensei em omitir que o Lobo del Bosque ainda não marcou nenhum gol no torneio, mas o fato provavelmente estará relacionado à dispensa do técnico Diego Cocca, que só permanece no cargo se o Gimnasia vence o Huracán, também hoje, em La Plata.
Torpes também são as campanhas do Argentinos Juniors, que teve o seu time destroçado não pelo futebol europeu, mas pelos mais grandotes do país, e do Independiente. Ambos seguem na mais constrangedora seca: o primeiro tem dois míseros empates, e o Rojo, três. Quanto ao Rey de Copas de antanho, trata-se de uma fase em que todos opinam e poucos realmente têm uma ideia clara do que fazer. Até Montenegro, veterano meio-campista que hoje atua no México, mandou o seu recado: apesar da penúria, é preciso ter fé nos que estão por aí. Não nos resta outra.
No mais, o Boca se acomoda no meio da tabela com jeito de quem dorme uma sesta capaz de durar o torneio inteiro e o San Lorenzo surge como uma ameaça insurgente aos três líderes de então. Palmas, as maiores, para o Godoy Cruz de Mendoza – segundo os veículos portenhos, ou os que sobreviveram aos ataques de Cristina Kirchner, o “Tomba” é o que apresenta o mais digno futebol até o momento presente. Exagero ou não, os azuis contam com o respaldo da última atuação, contra o Lanús. Trata-se de um quatro a um fora de casa. Todos golaços. Que fique como a última e maior impressão da rodada do Apertura.



CA-GA-LHOS!!!!!
Vocês viram a patrolada que o Defensor aplicou no jogo da Sulamericana?
9 a 0 né!
1min de jogo, penalti pro Defensor.
eu alertei: O Hunacayo vai tomar uma sacola.
e fui ver o jogo do Inter… Hoje pela manhã, fico sabendo dos 9 a 0!
Semi-profissional o Sport Huancayo.
sobre o post:
E o querido Globito? Não falou nada do Huracán!!!
cara,esse bieler fede. só o fluminense pra se complicar com isso.
gimnasia X atlético rafaela 3.0
EU ACREDITO
Eu concordo com você RB…
O Huracán é justamente o décimo colocado, com o mesmo número de empates, vitórias e derrotas. E o seu futebol é mais ou menos assim.
A isso damos o singelo nome de barrigada.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Esportes&newsID=a3042724.xml
jajajjaja donde esta racing? jajajajja rojooooo
CADÊ O POST SOBRE A VOLTA DO BAEA???????????
Até tu Lucio?????
http://www.trendencias.com.br/cuidado-pessoal/eles-fazem-as-sobrancelhas-sim-mas/
A VERDADE FOI DESMASCARADA
Os amigos do Y forjaram aquela “ressurreição”, mas agora é oficial mesmo. O carinha morreu mesmo, mais de uma fonte já confirmou
http://noticiasdatvbrasil.wordpress.com/2010/09/19/bomba-segundo-o-site-ddb-iuri-lacerda-faleceu/
bá, TOMARA.
Nos últimos 8 jogos, Inter sofreu 2 gols. Assim que se faz um time campeão.
JuventuD
o jonas é o artilheiro do campeonato.. com licensa, vou me suicidar…
#15
4 gols ele meteu na superdefesa do Avaí.
não falei que o time era fraco? Quando escrevi isso naquele post em que o Avaí tava no G4 disseram que eu tava muito pessimista. Meu time eu conheço.
Infeliz ou felizmente, nem dá para dizer que somos visitantes na Ressacada…
Re 11
Mas esse é com I…
Avaí estava melhor no começo do jogo, até que o Jonas fez um golaço…
Ali, a casa caiu.
Sancho, a casa tá caindo faz tempo. Esse time do Avaí nos últimos dez (eu disse DEZ!) jogos é o famoso “paquera mas não beija”. Muito tico-tico no fubá, toquinho pra lá e pra cá e pouco gol.
veja só. até antes desse jogo com o Grêmio, eram nove partidas sem perder e, pasmem, a defesa tinha média de gols sofridos nesses nove jogos menor que a média geral de gols sofridos no campeonato. Só que o ataque, de uma hora pra outra, virou uma piada. Coincide com a saída do Roberto, único atacante do nosso elenco que é capaz de tentar driblar um zagueiro, pq os outros só faltam chamar a mamãe qdo ficam no mano com o beque.
e além disso tudo, claro, teve um Douglas e um Jonas jogando muito e a marcação do Grêmio na nossa saída matou. A diferença de categoria é muito grande, mesmo esse Grêmio não sendo aquilo tudo, muito longe das tradições gremistas (Vilson e Rafael Marques… e ainda perdemos de zero…).