A resignação estampada em frase foi extraída de um dos tantos fóruns carboneros que lamentam, mais do que nunca, o inferno existencial que assombra cada alma aurinegra neste início de semana. As razões para o desgosto são antigas, o Peñarol não ganha de ninguém há anos, mas o infinito poço fundo cresce a cada torneio. Antes do seis de dezembro, o Peñarol ainda poderia ser campeão – possibilidade anunciada sem otimismo, em voz baixa e ancorada apenas nos números que a tabela teimava em demonstrar. Depois do domingo, a realidade banhou metade de Montevideo: foi o clássico mais desigual dos últimos tempos.
Para começar, o Nacional, que até então não havia sido citado, mas que é o responsável por grande parte do desalento anteriormente exposto, nunca brigou com o Peñarol por este Apertura que termina em duas rodadas. Os clubes que ameaçaram o controle do “Bolso” sobre o território oriental foram os pequenos Liverpool e Wanderers, sendo o primeiro um honroso vice-líder e o segundo o responsável pela única derrota significativa dos tricolores no certame – a outra caída havia sido em um sábado de setembro, quando o Nacional perdeu por 1-0 para o River, fora de casa e com gol de pênalti.
Mais além dos dois tropeços isolados, as jornadas restantes foram todas de triunfos – o Nacional computou onze vitórias em treze partidas. Soma, no entanto, 30 pontos na tabela, já que perdeu três unidades no tribunal por conta de incidentes da sua torcida no Clausura passado. Não fosse a punição, a taça estaria nas vitrines do Gran Parque Central com duas rodadas de antecipação. Cabia ao Peñarol, antes do dia 6, a tarefa de superar um quadro superior tecnicamente, em melhor fase e que contaria com a maioria nas tribunas. Se vencessem, os comandados por Victor Púa, o treinador da seleção uruguaia no Mundial de 2002, reduziriam o distanciamento de quatro pontos que separavam os dois grandes para uma tênue vantagem.
Mas não era assim no mais que este Nacional perderia o clássico. Seu onze alinhado impunha mais respeito: Rodrigo Muñoz resguarda o seu arco com segurança e disciplina; Matías Rodríguez e Álvaro González compensam a agilidade contestável com um posicionamento defensivo que frustra as formações de ataque e “Tito” Ferro e Oscar Javier Morales são, hoje, os melhores volantes do campeonato nacional. Só que as virtudes mais destacadas deste tricolor que ganha, convence e aparece uma vez mais como o campeão são principalmente ofensivas: “Matute” Morales, o meia-armador, divide a preferência do torcedor com “Nico” Lodeiro, já um titular da Celeste. Ao trintão Mario Regueiro, cabe o papel de definidor.
Nas linhas do Peñarol, os postos foram tomados por incertezas. Correu, no final de semana, a décima terceira rodada, e o aurinegro ainda não definiu a sua dupla de ataque. Ramis é a única garantia, mas quem o acompanha? O argentino Alejandro Martinuccio, protagonista de correrias infernais mas de finalizações precárias, o experiente Antonio Pacheco, um titular da meia-cancha que em algumas jornadas atuou mais adiantado ou o grandalhão Brian Rodriguez, forte apenas nos lances aéreos? Na defensiva, só decepções: a idade do “Gaucho” de los Santos e de Darío Rodriguez torna o fundo do campo um ambiente acolhedor para qualquer atacante mais audacioso. Até o clássico, a unanimidade era o arqueiro Sosa, que tristemente falhou no primeiro gol.
Ao jogo, enfim. Inflado pelo favoritismo injetado na prévia, o Nacional desde o primeiro apito tratou de acomodar o balão. Lodeiro e Matute lançavam a esfera para os pés de Varela e Regueiro, dupla que há dez anos formava o ataque do mesmo Nacional de Montevideo. Pois com uma mísera volta nos cronômetros, um destes lançamentos foi interceptado pelo goleiro aurinegro, de cabeça, no pátio da grande área. Brabo é que o endereço da cabeçada foi o pé esquerdo de Mario Regueiro, “la hiena”, que, sorrindo, encobriu tudo e todos para definir a abertura do placar no maior clássico da América do Sul (!).
Seguiu-se o derby uruguaio com controle, domínio, hierarquia e ordem dos tricolores. Além do gol, outros dois balaços haviam tilintado na trave de Sosa. Mas, aos trinta, uma tentativa iniciada por Lodeiro acabou em Lodeiro, que pôde fazer um dos dribles mais indescritíveis para quem tenta escrever sobre futebol. Eu pensei em dizer que Lodeiro simulou com a perna esquerda e iludiu com a direita, mas isso não faz qualquer sentido. Por isso o link do vídeo. Enfim, o baile estava tão explícito que Púa tratou de cambiar dois jogadores aos trinta e cinco da primeira etapa. Ingressaram ORTEMAN e Martinuccio, que pouco puderam fazer.
Na segunda etapa, enquanto o Inter acumulava gols inúteis no Beira-Rio, o Flamengo suava para acabar com um Grêmio morto e o River perdia mais uma na Argentina, o Peñarol tratou de esconder um pouco a abismal diferença futebolística com um esforço tremendo. Ainda houve o terceiro, de Santiago García, que andava em crise com os cordões. O Nacional goleava o Peñarol como quem enche o Miramar Misiones de tentos. Mas todos sabíamos que era a maior encenação da humanidade, e que cada passe trocado pelos de branco enchia a alma da parcialidade vitoriosa. “Em um clássico, não há previsões ou favoritos.” Depende. Porque se o Peñarol de hoje vencesse este Nacional, era o caso de escrever um livro.
Saludos,
Iuri Müller.





apos muita reclamação no 0800, enfim o post!
um parceiro mandou um mail pra mim com o seguinte título e texto, segue:
Colorado é preso portando arma
Antes de mostrar a foto, venho, explicar a todos aqueles que ainda não entenderam o que ocorreu nesses últimos dias com a torcida gremista residente no Rio de Janeiro.
Em primeiro lugar, a direção não deu ingressos nem vendeu por um preço razoável. Ao contrário, os cabeças oca corruptos do Grêmio deram uma de cambista aqui no RJ e venderam apenas 05 ingressos pra Dani – uma gremista daqui que tem bom relacionamento com a conselheira “Dona Ema”, a velha do Memorial Herminio Bittencourt -, e venderam pela “módica” quantia de R$ 500 (quinhentos reais)!!!
De primeira, ela não queria comprar; sendo, que eu vislumbrei um lucro nisso, e paguei quinhentão, tão logo, vendendo ou tentando vender os 5 ingressos para flamenguistas desiquilibrados e endinheirados. Acabei não me dando muito bem nessa empreitada, e tive que tirar a história a limpo na DP. Mas deu nada, pois, como a maioria aqui sabe não sou cambista, apenas, repassei 5 ingressos (coisa que qq um faria!!!), e ficou apenas o aprendizado de que não se pode confiar em ninguém. Muito menos flamenguista!!!
No mais, não era jogo pra gente! Era festa deles! Era jogo deles! O Grêmio era coadjuvante, nós seriamos esmagados ou ficariamos taxados como amigos de flamenguistas etc..
Se foram 50 torcedores do Grêmio foi muito, e os que foram tinham conchavo-amizade com dirigentes.
No mais, segue a foto do colorado que foi preso ontem portando arma ilegalmente:
http://lh5.ggpht.com/_j0LDfqDmAd8/Sx1Ltya8bzI/AAAAAAAAAIU/4AgLVAVwpok/s400/9122454_1.jpg
cara, esse iuri escreve MUITO bem.
acho que ele deveria abrir um blog só pra ele – está EMPORCALHANDO seu nome aqui no impedimento. lkjdskjasdj
parabéns!
Não achei tão falha assim do arqueiro manya no primeiro gol. Era um lance difícil, ele decidiu sair para cortar e o rebote caiu no pé do atacante bolso. Foi um pouco de azar também…
Grande Nacional!!! Ganhar do Peñarol por 3 a 0 (fora o baile) tirando o time carbonero da disputa do título não tem preço. Estamos trabalhando para entrar fortes na Libertadores 2010 em busca de um desempenho que seja pelo menos igual ao de 2009. Grande abraço!
Que piada essa defesa do Peñarol.
E atenção, notícia de última hora: Darío Rodríguez foi pego no exame antidoping!!! Em seu exame foi detectada a presença de fluído de freio.
Olha, tenho 25 anos de idade e não me lembro de uma boa partida do Peñarol que tenha visto em vida. Não lembro também de nenhuma vitória acachapante deles sobre o Nacional – e poderia listar umas 15 dos tricolores. Temo pelo triste fim dos Carboneros – dá pra dizer que eles são o Botafogo do Cone Sul. Só os Deuses do Futebol (dá-lhe Galvão) salvam.
Ha! Aliviado em saber que não sou só eu que acha que derrota com gol de pênalti é atenuante.
Pobre Peñarol.
RIP Peñarol, infelizmente.
Falando em Nacional, vcs entraram no PORTAL MÍSTICO recentemente? O último post dele tem uma primeira foto com uma teen alba tri gatinha, empunhando a bandeira TRICA.
(PEDOBEAR approves)
Depois ele DESCASCA AFU o juiz do jogo Libertad x ¡Nacional!, alegando que só o CARLOS AMARILLA (pior árbitro) poderia ser imparcial pra essa decisão. O juiz Antonio Arias expulsou um jogador do ¡Nacional! aos 20′ do primeiro tempo, quando o TRICO vencia por 1×0. Daí os GUMARELOS viraram, no segundo tempo.
Destaque para a foto da VASELINA PACU, no maravilhoso PORTAL MÍSTICO http://www.nacionalquerido. com. Não sei se eles entendem a piada, mas vale a tentativa.
de los santos por acaso é FÁBIO DE LOS SANTOS que brilhava no GRÊMIO SANTANENSE (eu acho) ???
Não creio. Esse teria uns 80 anos agora.
“Na defensiva, só decepções: a idade do “Gaucho” de los Santos”
por isso mesmo, falando da idade dele rs
Aguante Nacional campeón del Apertura!!!!!!!!!!!!!!!!!
DECANO DEL FUTBOL URUGUAYO
Nada me tira da cabeça que no Uriguai, o Penarol é o grande e o Nacional o pequeno. Inclusive poso garantir que num mata-mata de LIbertadores os brasileiros em geral ficam mais tranquilos de pegar um Nacional do que um Penarol.
#8 cala boca seu esgoto,botafogo é incabavel!!!!
OPAAAAAAAA
http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/futebol-inter,2742133,Fossati-deixa-a-LDU-e-e-especulado-para-comandar-o-Inter.html
Não, este é o Gonzalo de los Santos, que também BEIRA os oitenta anos. Se bem que o Fábio de los Santos teria lugar em um meio-campo que conta com ORTEMAN na sua pior fase.
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Como escrevo nos comentários, e assim perde-se a aura definitiva do corpo do texto, posso dizer: o Nacional já é o campeão. Enfrentará Fénix e Cerrito no Centenário nas duas rodadas restantes, enquanto o Liverpool pega o Cerro Largo em Melo e o Defensor no Franzini. Liverpool, Defensor e Wanderers devem brigar pelo vice-campeonato.
Manuel:
No Clausura do ano passado, o Peñarol goleou o Nacional por 4-2, em uma surra estupenda. Texto do jogo: http://futebesteirol.blogspot.com/2008/05/baile-e-tortura.html
Mas, sim, nos últimos anos tem perdido mais do que empatado ou vencido.
Aliás, há exatos dez anos que um dos grandes não contava com três vitórias consecutivas no clássico. No domingo, o Nacional fechou a sua conta de três.
isso foi bacana
http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/default,2741169,Giuliano-explica-comemoracao-no-quarto-gol-do-Inter.html
21:
Que bonito! Só que eles deviam então ter visitado escolas de surdos O ANO INTEIRO, principalmente o Taison. Quem sabe aí teria feito algum dos golzinhos que faltaram contra o Vitória, contra o gremio e outros zumbis da competição. Mas quem sabe não é essa a solução para o nosso GRANDE ELENCO em 2010?
@20 Tá bom, uma exceção.
Mas fato é que o Nacional tem se mostrado o melhor uruguaio dos últimos anos ao lado do Defensor, e o Peñarol tem brigado com galhardia pelo posto de 3ª força.
Saudades dos tempos em que o Peñarol metia medo… lembro de um jogo de Libertadores, não lembro em qual ano, que eles deram um belo calor no Palmeiras diante do Pq. Antarctica lotado. E aquele quebra pau com o Grêmio no Olímpico, num jogo de Supercopa?
Re 18
O treinador que meu pai queria para o Grêmio!
acho que boa parte da torcida, azuis e vermelhos, gosta do trabalho dele
eu pelo menos acho bem melhor do que os nomes já sondados…
se bem que existe a possibilidade da volta do muricy..
e dai eu já não sei
Fabricio… pra começar, faz muitos anos que NINGUÉM joga um mata-mata de Libertadores contra o Peñarol (se eu não estiver errado, o último foi o São Caetano em 2002). E depois… na última Libertadores, o Palmeiras achou que já estava em Abu Dhabi, ignorou que tinha pela frente o Nacional e depois saiu o Belluzzo chorando e esperneando, dizendo que o Nacional não jogava bola, que era um time retranqueiro (detalhe: tinha mais gols na Libertadores do que o Palmeiras, mesmo tendo dois jogos a menos)…
http://manocastanho.blogspot.com/2009/06/carta-luiz-gonzaga-belluzzo.html
Fossati ou no way. Vamos lá, direção.
Iuri: essa conta se refere a clássicos OFICIAIS. O Nacional já leva 4 vitórias seguidas porque ganhou um clássico por um torneio de verão neste ano.
Acho a adaptação de treinadores estrangeiros sempre complicada.
É uma aposta. Vá lá, uma boa aposta.
é uma aposta
o problema é a falta de nomes no cenário nacional
Prestes, ele jogou no Brasil por quatro anos, fala português e tudo mais. Não seria um Passarela da vida, que chegou aqui de para-quedas sem nunca ter visto uma partida do Brasileirão.
Passarela, aliás, que foi eleito novo presidente do River, numa puta confusão da guaiaca por lá. Vi a bagaça de perto, heh.
21:
Coisa de fresco. Todo tento deve ser dedicado à alguma mulher de índole questionável.
Eu tô ligado, Luz. Mas ainda assim, acho q pode ter problemas.
É só ver que vários castelhanos brasileiros nunca deram certo, tipo Dario Pereira, Pedro Rocha, De Leon.
O papa tb fala portugues…Esse lance do fossati falar portugues é bullshit…
Pra um campeonato q começa no começo de fevereiro, acho arriscado….o cara não conhece ninguém do elenco do inter…tirando o bolaños, claro.
Técnicos estrangeiros por vezes são mesmo problemáticos: mas concordo com o Francisco Luz, o Fossati era um TIPO que se daria bem no futebol daqui.
Outros que me agradam são o Gerardo Pelusso, o Markarian e o Daniel Carreño. Mas ainda mais importante são as contratações de estrangeiros para o elenco de jogadores. O limite é de três por jogo, e o Grêmio este ano gastou duas vagas com Perea e Herrera – o que demonstra um desconhecimento gigantesco do mercado sul-americano.
3 por jogo é no campeonato brasileiro, na lbertadores não tem esse limite
O erro maior do Grêmio com o Herrera foi o seguinte: ele deu certo no Corinthians fixado dentro da área. O Grêmio o contratou para jogar pelos lados do campo, onde falta MUITA bola pra ele.
Mas concordo tb que as vagas de estrangeiros poderiam ser melhor aproveitadas.
“3 por jogo é no campeonato brasileiro, na lbertadores não tem esse limite”
TEM SIM. Segundo a Conmebol os clubes devem seguir o limite fixado por suas confederações nacionais.
hmm, preciso editar meu CM então hehehe
mas sério, tive a impressão de ter visto times com 4 estrangeiros na liber desse ano, sei lá, deve ser o alcool
Times brasileiros com certeza não.
Pelusso e Carreño também me agradam.
E não é só pelo fato de falar português, Carlos, mas também por ter vivido aqui, conhecido campeonato brasileiro e tudo mais. Mesmo que tenha sido há tempos, é melhor do que contratar um MARCELO BIELSA da vida, baita treinador mas que nunca pisou aqui.
Eu apostaria. Entre ele e Muricy, Fossati de longe.
talvez eles sejam estrangeiros, mas naturalizados, rudi.
aí não contam, tipo o sorondo.
mas os amigos que aprovam a minha tática de LESIONAR O GOLEIRO adversário, por favor escrevam pra ouvidoria@internacional.com.br – vamos encher a caixa postal deles solicitando minha contratação, por 5% do salário do luxemburgo
para ilustrar a mente pifferiana, sugiro que enviem a eles alguns feitos meus
campeão da libertadores e mundial com o sobradinho esporte clube
campeão italiano com o fiorenzuola
vice campeão da UCL com o The New Saints de país de gales
treinando o Dover United, pela Conference inglesa, tirei uma diferença de 20 pontos para o lider em 10 rodadas
campeão da copa do rei da espanha com o Huesca
tri campeão brasileiro com o Luverdense de Lucas do Rio Verde
campeão argentino com o El Porvenir
obrigado
então vamo sair naturalizando geral, deem cidadania pro guinazu e pro d’alessandro e pro bolaños, dai a gente contrata o tsigalko, o nikiforenko e, sei lá… o TÓ MADEIRA
e, carlos, o fossati deve ter no mínimo ESTUDADO o inter para as partidas da recopa.
conhece um pouco, sim.
NO MANYA NO CRY
Tragam o Carrasco, ou o Cappa, ex Huracan.
Carrasco ja se foi do River plate do Uruguai. Vamos voltar a jogar. Jogar pra frente. Se é pra ganhar, que se ganhe bonito, de goleada.
Ou dar a chance da vida ao injustiçado Roth. Volta Roth, pro Inter.
HACKEARAM O ERNESTO!!!
Carrasco seria uma aposta muito mais arriscada do que o Fossati, apesar de ser tão bom treinador quanto.
e no ultimo encontro entre os 2 todo mundo lembra o que aconteceu
#Comentaristadefatosmodeon
ROTH JAMAIS VOLTARÁ AO INTER
INTER = CLUBE NEOLIBERAL QUE VENDEU-SE TAL QUAL UMA PROSTITUTA EMBEVECIDA PELO PENIS ALHEIO EM NOME DO NEOLIBERALISMO QUE O TRANSFORMOU NO CLUBE DAS ELITES ASSOCIATIVAS, EX-CLUBE DO POVO, ONDE O IMPORTANTE É TER 76487234 SÓCIOS
ROTH = CAVALEIRO QUE BRANDE A ESPADA DA FÉ, INIMIGO DAS VICISSITUDES NEOBURGUESAS E NEOLIBERAIS COMO OS PONTOS-CORRIDOS… ROTH É INIMIGO DO CAPITALISMO, DEFENSOR DA MORAL NÃO COMPACTUARÁ EM CHAFURDAR NO PÂNTANO PEQUENO-BURGUES DO CLUBE DAS ELITES, VULGO INTERNACIONAL.
LUXEMBURGO CAIRIA BEM NO CLUBE DOS SÓCIOS CANINOS
NEOLIBERALISMO PERFEITO
JÁ MURICY É UMA FARSA TÃO GRANDE QUE NEM O INTER O MERECE, OU MERECE PARA QUE O TRIVICE TENHA MAIS UMA VOLTA OLIMPICA FAJUCTA
chato?
imagina.
VOLTEI POR SUA CAUSA DANTE (MENTIRA, MAS VC TEVE INFLUÊNCIA, ACREDITE)
ESSE BLOG ME ATRAI BEM MENOS AGORA, VISTO QUE DECLINOU, PORÉM MEU SUMIÇO DARIA SENSAÇÃO DE VICTORIA A GENTE COMO O SENHOR E O CALVO FINO
IURI MANDA A SUGESTÃO DE AVANTES PARA O IMPEDIMENTO COM CÓPIA PARA A OUVIDORIA DO GREMIO
O problema que sofrem os técnicos estrangeiros no Brasil é o mesmo que sofrem os jogadores brasileiros na Europa – têm 2 ou 3 jogos pra mostrar serviço, caso contrário já começam a ser perseguidos por xenofobia pura.
(vide Daniel Passarella no Corinthians)
Mas eu queria mesmo era ver o Marcelo Bielsa ou o Carlos Bianchi comandando um time encardido nacional, como o Cruzeiro ou o Inter, por exemplo. Aí ia ser bonito.
Breaking news: Luxa é do Galo.
Acho que vai dar mais certo do que no Inter.
SOBRE LUXA NO GAYLO:
Alexandre Kalil já disse: “enquadrado, é o melhor técnico do Brasil”
ACERTARAM NO TREINADOR ENTÃO
porque luxemburgo assina contrato com duração de 2 anos se NUNCA ele ficará esse tempo no galo?
O Passarela sofreu preconceito mesmo. Principalmente por parte da imprensa.
SAUDOSO PASSARELLA
COMANDOU O CORINTHIANS NUM AMISTOSO CONTRA O JAPÃO, ONDE EMPATAMOS COM A SELEÇÃO JAPONESA POR 1 A 1
A historia do Nacional nao da pra comparar com a do Peñarol, e os titulos menos ainda. O clube com mais tacas internacionais no mundo e o Nacional, e no Uruguai tb.
@60 O Passarella sofreu muito com a imprensa, mas foi mais boicotado pelos jogadores. É só lembrar o tirambaço que o Roger acertou em Laguna na decisão por pênaltis contra o Figueirense, pela Copa do Brasil 05. O trabalho dele não foi uma maravilha (como também não foi à frente do River e da Seleção – aliás, o Passarella treinador não engraxa as botas do Passarella jogador), mas tivemos outros piores com os quais a torcida e a imprensa foi mais complacente (Ademar Braga, Antônio Lopes, Oswaldo de Oliveira…).
@61 A gloriosa Seleção Brasileira já tomou coças severas do Japão em muitas oportunidades. (“Não tem mais bobo no futebol, amigo!” – Galvão Bueno)
Viram a tabela do Mundial de Clubes? Tudo se desenha para termos Barça x Atlante e Estudiantes x Pohang nas semi. Acho que vai dar mais graça este ano. Qualquer dia vamos ter uma final sem europeus, aí o Blatter vai rever seus conceitos.
Passarella nunca foi treinador. Um perdedor de marca maior. E retranqueiro, ainda por cima.
O Bianchi foi bem lembrado aí por alguém, mas atualmente ele é dirigente do Boca, o “manager”, então é inviável
Um comentário meu foi bloqueado pelo UORDEPRÉS. Mas estava falando sobre o ¡Nacional! querido, não sobre os times uruguaios.
Lamento a falta de um post específico sobre o assunto.
O Psol fez uma nova denúncia contra a Yeda: a filha dela comprou uma casa por 310 mil reais sem ter renda para isso, segundo os “psolistas”:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4146421-EI7896,00-Psol+denuncia+compra+de+casa+de+R+mil+por+filha+de+Yeda.html
FORA YEDA
Carreño: já o defendi aqui. Mas tenho dúvidas.
Essa história da comunicação é bobagem. Geralmente o jogador entra em campo com 2 informações: onde ele joga (ou finge jogar) e quem ele marca. O resto é a) fazer sinal para avançar; b) fazer o sinal de tocar a bola; e c) reclamar com a arbitragem. Essas coisas são universais, penso.
Mas dizia eu que minhas dúvidas são da ordem de Conhecimento Plantêico. O conhecimento dos adversário nem é importante. Ele deve ter visto o quê?, uns 2 ou 3 jogos tanto do Internacional como do Flu e deu um banho de bola nos dois.
Battaglin esse teu argumento esquece que tem o dia-a-dia, onde o treinador precisa ganhar a confiança dos jogadores, ouvir os atletas, convencê-los a fazer o que ele pede, entender o que se passa nos bastidores, que conversar rolam à boca pequena.
E aí não tem jeito, não há gesto que segure.
2 coisas:
1) pra quem disse que o Herrera deu certo no corinthians por blablabla e não no gremio por blablabla esquece que ele deu certo na SEGUNDONA. O nível é absurdamente diferente. Era o centroavante de um time muito superior aos outros. Errava gol a rodo, mas recebia 200 por jogo.
Herrera dá errado porque é ruim. Todo mundo sabe disso, desde 2006. Inclusive acabei de voltar de buenos aires e um taxista ficou dizendo, depois de saber que eu sou gremista, que era uma vergonha time que já teve Paulo Nunes ter Herrera, que ele nunca tinha jogado nada no San Lorenzo e caiu de pára-quedas lá sabe-se lá como.
2) Quanto ao treinador estrangeiro, o problema é o boicote dos jogadores. Tem que ter um Paixão da vida pra ajudar a tomar conta do vestiário, aí pode dar certo. Um cara experiente e com controle dos jogadores.
Se não, a boleragi vai mandar o gringo se fuder e nada vai funcionar.
Aliás, depois desse comentário pensei em convidar o taxista pra presidente do Grêmio. Provou que manja muito mais que o Duda…
Concordo contigo, Mateus. Que era segunda divisão.
Ainda assim, na segunda ou na primeira, ele só deu certo na posição em que o jogador menos precisa saber DOMINAR A BOLA.
O Herrera deu certo no Corinthians porque:
1. Era a Segundona.
2. O Dentinho (que é bom jogador – apenas bom, mas bom) estava em ótima fase.
3. O Douglas estava acordado.
4. Os laterais não eram volantes improvisados (apesar da camisa 5 do Alessandro denunciar mais um fetiche do “Medo” Menezes – o do híbrido estéril later-ante – mistura de lateral com volante).
5. O “Medo” Menezes não o trocava pelo Moradei quando o jogo estava 1 a 0 aos 10 do 2º tempo (aliás, bons tempos aqueles em que o Moradei não jogava no Corinthians).
Foi exagero meu, Prestes. Mas não acho que a língua possa atrapalhar nesse aspecto de grupo. Até porque isso é coisa pra direção — se o jogador não cumpre o que o treinador quer, é ela quem deve tomar conta do negócio, pq o técnico não pode emprestar, vender, afastar etc. E o cara (Fossati, não o Carreño) já jogou uns 5 anos no Brasil.
Hola, mi portugues es inexistente asi que te voy a felicitar por un gran articulo, en español. Saludos!
É, também não acho que a língua não será obstáculo pro Fossatti.
Mas acho que ter jogado por aqui em clubes médios, e nos anos 80, não vão lhe dar facilidade para entender questões práticas do futebol brasileiro, tipo, como tratar os jogadores, a imprensa, como é jogar nos Aflitos, ou no Serra Dourada.