Preocupados com o desvirtuamento moral do futebol desde que Ana Paula de Oliveira foi afastada dos gramados e um volante apareceu treinando de camisola, nós, da TFP (Tradição, Futebol e Parnasianismo), corrente anarcobrizolista do Impedimento, nos reunimos para apresentar uma série de medidas que tornariam o futebol um esporte mais digno e agradável de se ver. Eis que surge o PIFE – o Programa Impedimento para um Futebol mais Eloqüente.
Neste primeiro comunicado, apresentamos três idéias que serão enviadas à International Board assim que encontrarmos um integrante com menos de 80 anos que não enfarte com o vanguardismo de nossos pleitos.
I. Gauchão com formato de Copa do Mundo
Muito tem se falado de que campeonato gaúcho é longo, enfadonho e desequilibrado em razão do poderio da dupla Gre-Nal. Arautos do apocalipse chegam a falar em pôr fim aos estaduais ou, o que é pior, propõem e executam um constrangedor troféu de campeão do Interior – um prêmio para o melhor entre os piores.
Nós encontramos uma fórmula que faria o campeonato ser mais curto, permitindo à dupla Gre-Nal se dedicar às outras competições, e competitivo, abrindo margem para aquele crime amigo no Antônio David Farina. Estamos falando num Gauchão com formato de Copa do Mundo. Ou de Libertadores, como queiram.
Dezesseis clubes divididos em quatro grupos. Os dois melhores de cada um jogam quartas, semi e final – ou então, um sensacional hexagonal nas semifinais. Os matemáticos de plantão que a ajudem a projetar quantas datas seriam necessárias para jogos só de ida e para jogos de ida e volta. Mas o mais importante desta fórmula seria a prioridade dada ao ACASO, e não à enfadonha regularidade dos pontos corridos.
Para aumentar a emoção, os quatro piores de cada time poderiam jogar um quadrangular da morte para ver quem seria rebaixado. O único problema, ao nosso ver, seria que os times do interior ficariam sem ter o que fazer no restante do semestre, mas isso poderia ser resolvido com emocionantes torneios municipais e regionais*.
II. Campeonato Brasileiro dá direito a ser seleção
Eis a solução para que a Seleção Brasileira deixe de ser apenas um amontoado de craques sem apreço pelo futebol. E para resolver todos os problemas decorrentes da falta de entrosamento do selecionado montado a cada mês.
O esquadrão pátrio de cada ano seria sempre formado a partir da base do Campeão Brasileiro do anterior. O técnico campeão brasileiro também seria elevado à condição de treinador da Seleção, sempre supervisionado por um manager subordinado à CBF. Para reforçar a equipe, um número limitado de expoentes da bola poderia ser convocado.
Teríamos assim uma seleção cuja base treina diariamente, no seu próprio clube. A Granja Comari poderia ser transformada em um grande estacionamento. E mais: no nosso pensamento mágico, os campeonatos nos anteriores às copas ficariam prenhes de emoção, valorizando aqueles atletas que decidem ficar mais algum tempo no futebol brasileiro.
Dificilmente uma seleção nacional seria páreo para o melhor time do Brasil.
III. Eleição direta para narrador da Globo
Se um pênalti é tão importante que deveria batido pelo presidente do clube, o narrador de futebol na tela da Globo deveria ser escolhido pelo sufrágio universal, tamanha a sua importância.
Chega de se aborrecer quando o Galvão repete 295 vezes que a Seleção Brasileira não pode jogar como time pequeno. Chega de lamentar quando Paulo Britto narra um replay como se fosse jogo ao vivo.
Dias antes de cada rodada, as emissoras de televisão proprietárias dos direitos de transmissão disponibilizariam, em seus sites, urnas virtuais para que o telespectador escolhesse quem irá cumprir a importante tarefa de relatar as emoções de uma partida de futebol. Em casos de decepção popular, está previsto o recall.
***
* Estes e outros casos omissos serão resolvidos numa mesa de bar.
Proximamente: “o quinto árbitro”, “como permitir a volta da cerveja aos estádios” e outras milongas mais.
Dê um engorde no PIFE, enviando suas propostas para um futebol mais eloqüente para impedimento@gmail.com
Um abraço,
Daniel Cassol

Proibição de chuteiras coloridas.
Tirando o número 2, estou de acordo…
Volta da numeração de 1 – 11 para titulares
Por um momento, achei que o Cassol defendesse um Gauchão de 4 em 4 anos, com eliminatórias regionalizadas…
1 – Proibir transmissão de treinos da seleção ou de qualquer outro time, bem como de aquecimento de ex-jogador, sob pena de fuzilamento sumário.
2 – Acabar com essa palhaçada de fair-play, se o troço for sério mesmo o juiz para o jogo e dá bola ao chão, tá na regra, se ele não parar, tá valendo e foda-se.
3 – Liberar a venda de cerveja no estádio e a entrada com bergamotas, ao menos no Gauchão,
Bah, afu!!
E quanto ao comentário do Sancho…
aeheaoeehoeoauheoaehaeheuoahae
muito boa a observação!
teste psicotécnico para jornalistas esportivos
Muito bom.
1 – Para o jogador se candidatar a volante/zagueiro precisará de uma certidão negativa da justiça comprovando passagem pela cadeia.
Gauchão deverá ser disputado exclusivamente no período de chuvas.
Caso o gramado esteja seco no dia da partida, o mandante deverá providenciar o caminhão-pipa e um trator para deixar o campo nas devidas condições.
- Liberar a venda de cerveja no estádio [9576334]
- Obrigatoriedade de “diablitas” em toda e qualquer partida jogada em território nacional.
adorei a proposta n°2.
e as do Jabba #5 também.
O jogador que levantar a camisa depois do gol ou fizer uma comemoração desproporcional e demorada terá um cartão amarelo a menos na sua contagem, para fins de punição automática.
- Obrigatoriedade de “diablitas” em toda e qualquer partida.
- Jogador que cavar falta (os famosos cai cai) é expulso e apanha na cara de havaianas.
Proibição das seguintes comemorações de gol:
- Apontar aos ceus e agradecer ao divino por ter pego na orelha da bola e ela ter entrado na gava.
-Beijação de alianças em homenagem a(o) parceira(o)
-Coreografias de axe ou funk (legal ou proibidão)
-Sambadinha na frente da placa de publicidade da farmácia do direto de futebol
-Qdo o time estiver em crise e com o tecnico “prestigiado”, fica proibido ir comemorar com o “professor”, sob pena de, na proxima derrota, irem juntos homologar a rescisão no sindicato
5. Jabba, 10. André K., 13. Lourenço
Onde eu assino??
Eduardo | 31/03/2009 at 13:22
Proibição das seguintes comemorações de gol:
Faltou também a de mandar beijinhos pra câmera de tv, ou “mãe, te amo”.
Eu acho que estou meio lesado pelo sono, mas não entendi direito a proposta 2: montar-se-ia (pega na minha mesóclise) uma equipe, com os melhores talentos da temporada, para disputar o Brasileirão com o epíteto de “seleção brasileira”? Ou a seleção seria automaticamente a equipe campeã?
Nesse caso, algumas dúvidas, só pra pentelhar:
- Como ela faria pra disputar o Brasileirão seguinte?
- Se o técnico caísse, seria derrubado também da seleção?
- E o que faríamos com os gringos?
Quando ao Gauchao-Copa, tem um amigo que sugere fazer isso aqui com o Paulistão, acho grande idéia. Se for com ida e volta, dá 12 datas para uma fase de grupos e os mata-matas. Eu acho excelente.
Os dois melhores de cada um jogam quartas, semi e final – ou então, um sensacional hexagonal nas semifinais.
Hexagonal de quatro?
Até onde eu sei, quem gostaria de um hexagonal de quatro seria o Ricky…
- Proibido colocar música qualquer nos alto-falantes do estádio na entrega de troféus. (DEIXA A TORCIDA CANTAR, CARALHO!!!)
- Torcida do time que está ganhando deve OBRIGATORIAMENTE cantar “Ai, Ai, Ai, tá chegando a hora” nos cinco minutos finais de partida, e quando estiver nos túneis ou rampas do estádio na saída do jogo.
- Antes de começar a partida, cabe ao árbitro verificar se HÁ CHARANGA no estádio. Se não houver, a partida estará sumariamente cancelada, sendo decretada a derrota da equipe mandante.
VOCES SAO A ALEGRIA DA MINHA VIDA. (falei)
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Corinthians/0,,MUL1066128-9862,00-IMPEDIDO+DE+TIRAR+RG+COM+CAMISA+DO+TIME+TORCEDOR+ASSINA+CORINTHIANS.html
Da série: “Quando acha que já se viu de tudo”
Essa idéia do Gauchão é boa. Mas o Campeonato deveria ser jogado só no inverno, e a final [única] deveria ser na Semana Farroupilha.
A segunda idéia é péssima: a Nyke esculhambaria tudo. E compraria até a mãe.
Estava demorando pro sensacionalismo aparecer nas reportagens sobre o Ronaldo, mas a Placar fez o “serviço”:
http://placar.abril.ig.com.br/materias/duas-faces-ronaldo/
Se não fosse o Galvão Bueno e suas pérolas, quem agüentaria assistir a um jogo da seleção? Imaginem Brasil x Letônia com o Cleber Machado ou o Luís Roberto, o suicídio seria um dever, como afirma um cronista bovino.
Assino embaixo das sugestões dos posts 13, 14 e 16.
no caso de pedalada, ao adversário é facultada 1 (uma) falta, do joelho pra baixo, a ser realizada até cinco segundos depois da manobra do INFRATOR.
Bá, junior, eu ficaria bem feliz se o galvão deixasse de narrar…
Gabriel R., minha carteira de motorista é com a tricolor… mas assinatura foi demais…
qto ao PIFE, jogarei.
mto mais jogos deveriam ir pra tv aberta, por ex.
e certos bandeirinhas deveriam enfiar a bandeira no cu depois do terceiro amarelo, num mesmo jogo.
A idéia da copa do mundo teria que confrontar o fato que são 3 jogos na primeira fase.
Ou utiliza-se campo neutro (díficil) ou vai ter briga de facão para saber quem joga duas partidas em casa.
“1 – Para o jogador se candidatar a volante/zagueiro precisará de uma certidão negativa da justiça comprovando passagem pela cadeia.”
No caso seria uma certidão POSITIVA então.
No mais, no caso da sugestão nº 2 – O time da Copa seria a seleção do Brasileiro do ano anterior?
Ainda:
- Trancinhas como a do L. Fabiano seriam passíveis de banimento do futebol;
- Comemorar gol chupando o dedo, resultaria em cadeira elétrica;
- Torcedor que briga no estadio seria condenado a assitir ao BEM AMIGOS na integra todas as segundas, pelos próximos 4 anos.
comemoração com cachimbo no rabo devia valer 2 gols
O técnico campeão brasileiro também seria elevado à condição de treinador da Seleção.
Sei não. Teríamos ido à Copa de 2002 com GENINHO na casamata.
“Para aumentar a emoção, os quatro piores de cada time poderiam jogar um quadrangular da morte para ver quem seria rebaixado.”
Ah, entendi: são 16 times, os 4 piores de cada TIME (conforme está escrito) totalizam 64 jogadores. Dá pra montar 4 times de 16 jogadores, incluindo 5 reservas. Só não sei como fazer pra definir o rebaixamento, já que cada time terá em média jogadores de quatro equipes diferentes…
Sem falar que não seria um hexagonal, mas um octogonal nas semifinais, se vão se classificar os dois primeiros de cada um dos quatro grupos…
HUAHUAHUA
Ceva liberada nos estãdios (328478237583274).
Fim imediato das entrevistas do Tite. Para as entrevistas, os jogadores seriam escolhidos por rígidos critérios. Só falariam jogadores como Gil Vale Tudo, Andershow e Marcinho Caganeira.
~Concordo com o esquema de ser obrigatório para vestir o manto amarelinho estar jogando no Brasil.
E é FODA esse lance do direito de ir e vir (Segura na minha DITADURA). O jogador deveria ser proibido de RETORNAR ao PAÌS e jogar em um clube local depois de ser vendido pra Europa, ganhar as luvas, fazer beicinho, e voltar pro Brasil com cara de quem não fez nada de errado.
E realmente é certidão POSITIVA, no máximo uma certidão positiva com efeitos de negativa, no caso da pena estar com sua exigibilidade suspensa (pega no meu direito tributário).
Bem Amigos: MAIOR PROGRAMA CHAPA BRANCA da televisão.
Anulação imediata de gols q por trágica ventura vierem a ser feitos, de chiripa, por aqueles jogadores mais do q contestados pela torcida, para evitar a perpetuação de amebas.
uhsdfuhsdafuosdfaosdajiosdfa
bah
essa foi a melhor até agora
“Só falariam jogadores como Gil Vale Tudo, Andershow e Marcinho Caganeira.”
Arbo, não faiz assim senão a torcida cororada me isquece!
- Seria permitido somente um jogador de NOME e SOBRENOME em cada equipe. Necessariamente, na zaga. E obrigatoriamente escalado ao lado de um zagueiro no aumentativo. Tipo RONALDÃO e MÁRCIO SANTOS. (Jogador de nome/sobrenome no ataque resulta em total isenção de cartões aos zagueiros adversários.)
Obrigar um jogador do time mandante a voltar pra casa de BUSÃO pra sentir o clima da torcida, suas reivindicações e apelos.
Muito mais que futebol, um meio de integração social, até. Assim quando terminar a carreira o atleta já terá uma certa experiência pra trabalhar em órgãos e empresas com OUVIDORIA.
#40
Absolutamente a melhor de todas!
Já as entrevistas do Andershow deveriam ser em inglês…
Alguém citou a regra do “é proibido golear”??
Surra de cansação com urtiga em todos os hereges que tentarem mudar o nome de um time.
Implementação do seguinte e único sistema tático para todas as equipes.
“Os jogadores devem subir e descer igual ao elevador lacerda e abrir e fechar igual a tesoura nos 90 minutos, sem parar”.
Jogador que der entrevista comprovadamente cretina e/ou mentirosa (tipo Elano que disse que o Brasil poderia ter ganho o jogo contra o Equador) será expulso (se a entrevista for durante o intervalo) e/ou eliminado de todas as competições por toda a eternidade, devendo passar a trabalhar como limpador de fossas.
Ah, claro – mudança das regras do Troféu Belfort Duarte: zagueiro expulso em pelo menos DOZE partidas do Campeonato Brasileiro leva o troféu pra casa.
Banir toda e qualquer reportagem que siga a Escola Regis Rösing de Jornalismo. E exílio do próprio na editora de moda.
29 – A idéia é que o cara seja um bandido. A minha ainda está negativa.
abs
cerveja nos estádios, juízes menos frescos, proibição de chuteiras coloridas (menos as vermelhas, menos as vermelhas…) e pra coroar: o enforcamento público do Mauricio Saraiva, no largo Glênio Peres.
futbol bem ochentoso.
e po, a briga nos estádios é fundamental no futebol.
só que sem a Brigada por perto, pra não ter perigo de ninguém se machucar.
#42 Beretta
Goelar pode, caceta. Não pode é fazer mais de 6, esqueceu?
hahahahahahha
ops, Golear….
Final do impedimento (assim, com minúscula). A regra mais tosca que pode haver no futebol.
Segundo Ávila (1998, pg 2), conhecido também como meu pai, se o cara está no campo de jogo, não interessa de onde fez o gol. E que se foda quem não marcou o atacante.
O impedimento é exatamente a regra que deixa o futebol interessante! Se ele não existisse as defesas iam ficar trancando a frente do gol contra atacantes pescadores.
bah
#53 fatallity
Acho que nada a ver, mas são opiniões.
Perdi, tudo bem…hahahaha
hehehehehehe
tive que botar uma pilha
Me dá o teu endereço, fino. VOU TE MANDAR UM LIVRO.
By POLIBIO. Claro.
- O jogo não pode começar enquanto eu não estiver no estádio.
- Subsituir os pastéis de vento por vazio SANGRANDO.
- Proibidos cumprimentos entre jogadores adversários, sob pena de afundamento sumário de sunga.
- Cerveja (e UÍSQUE e VÓDICA e COQUETELEIRAS nas copas, assim como JUKEBOX e GARÇONETES DANÇANTES para aproveitarmos o restante do tempo daquele jogo de Gauchão que acabou 3 a 0 no primeiro tempo).
número facultativo de goleiros. eu jogaria contra o são paulo usando três goleiros. celso roth usaria.
FOOTBALL RUGBY!!!
…
uso obrigatório de 1ª uniforme
2ª uniforme só em caso de emergência
proibida qualquer camiseta com cores que não sejam as hitóricas do clubes
Copa do mundo com formato de Gauchão.
Pelo menos com a primeira fase disputada em praças públicas e abertas.
Anulação de gols de chiripa;
Cerveja liberada nos estádios;
Proibição de técnicos gaúchos.
[Off-Topic] Não vai rolar uma indiada tipo eleger o Inter de todos os tempos em função do centenário?
Morri sempre.
Voto contra a anulação da chiripa e o fim do Impedimento (golpistas!). Do resto, incluindo as propostas contraditórias, sou totalmente a favor.
E sugiro que zagueiro flagrado de risinhos com atacante adversário deve ter os joelhos esmagados.
“os quatro piores de cada time” = o quatro piores TIMES, um de cada grupo OU o pior time de cada um dos quatro grupos.
um livro do imped nao pode sair com esse tipo de erro.
e sim, eu sei q todos entenderam. é que sim, sou chato.
O importante é que domingo tem Gimnasia x Estudiantes.
Entraega do Troféu Agomar Martins para o pior árbitro (Simon), seguido de apedrejamento
1
Classificação para os campeonatos nacionais atraves dos campeonatos estaduais de maneira semelhante a copa Libertadores.
Por exemplo: os tres primeiros do gauchao disputam a série A, do quarto ao sexto a série B, do sétimo ao décimo a série C e assim por diante.
Obviamente, peso diferente para a quantidade de classidicados de acordo com a importancia do campeonato estadual.
“Pré-brasileirão” para estaduais tipo Acre, Roráima, Espirito Santo, Alagoano, classificando apenas 2 ou 3.
2
Campeonato nacional de juniors disputado paralelamente com o campeonato principal. Apenas seguindo a tabela do time principal. No melhor estilo Football Manager.
3 (semelhante ao já citado)
Seleção nacional baseada no próprio país, não podendo exceder 20% de extrangeiros. Tem gente que joga no Uruguai e merece ser convocado.
4
Ceva e demais alcoolicos liberados dentro e fora do estádio.
1
Classificação para os campeonatos nacionais atraves dos campeonatos estaduais de maneira semelhante a copa Libertadores.
Por exemplo: os tres primeiros do gauchao disputam a série A, do quarto ao sexto a série B, do sétimo ao décimo a série C e assim por diante.
Obviamente, peso diferente para a quantidade de classidicados de acordo com a importancia do campeonato estadual.
“Pré-brasileirão” para estaduais tipo Acre, Roráima, Espirito Santo, Alagoano, classificando apenas 2 ou 3.
2
Campeonato nacional de juniors disputado paralelamente com o campeonato principal. Apenas seguindo a tabela do time principal. No melhor estilo Football Manager.
3 (semelhante ao já citado)
Seleção nacional baseada no próprio país, não podendo exceder 20% de extrangeiros. Tem gente que joga no Uruguai e merece ser convocado.
4
Ceva e demais alcoolicos liberados dentro e fora do estádio.
- EU pra reserva – tem que ser reserva, não quero me cansar – de QUALQUER time [até mesmo do grêmio], desde que com o salário do CHIQUINHO.
***
mas, FALANDO SÉRIO [mentira], já tinha pensando na ideia da seleção e no fim do impedimento [a regra, não o NOSSO SITE].
*pensado
Está proibido time que faz 1 a 0, ou que tem a vantagem do empate, fazer aquele RETRANCÃO CHAMA DERROTA.
Para o bem do futebol.
Qualquer semelhança com o Grêmio NÃO É mera coincidência:
Receita para La Plata virar Potosi
Mais uma vez o Cruzeiro vai complicar o simples. Ano passado, foi aquela conversa besta de altitude.
Zezé Perrella embarcou no chororô do Kleber Leite e quem se estrepou foi o Cruzeiro.
O foco mudou do Real Potosi pro local da partida. O adversário foi esquecido. Só se falava em proibir jogos na altitude e besteiras afins.
O castigo veio com uma goleada, que resultou na disputa inglória contra o Boca e a eliminação precoce da Libertadores.
Agora, os dirigentes do Cruzeiro estão criando outro cavalo de batalha em torno da data do Cruzeiro x Tupi.
É inexplicável, se nos recordarmos que, para o Cruzeiro, o Mineiro é apenas um campeonato Rural.
Este é o discurso incoporado por grande parte de sua torcida. Alguns já nem reconhecem mais no Clube de Lourdes um rival pra valer.
Desde que o presidente Zezé Perrella desmoralizou o torneio, em 1996, ele perdeu valor e, durante anos, foi vendido a preço de banana para a TV Globo.
Isto só mudou um pouco com a investida da TV do bispo há 2 anos.
Hoje, a cota paga pela Globo, por uma partida do Mineiro, é praticamente a mesma que sobra para o clube, no Brasileiro, depois da partilha do Clube dos 13.
Pra não perder o mando sobre um dos torneios mais tradicionais da fase pré-Morrinhão, a Globo quintuplicou sua oferta por ele.
E a grana reforçada, tal qual uma milagre do Bispo, caiu do céu como maná para um clube que, antes, recebia uma ninharia pra disputar o torneio.
A contrapartida foi a permissão pra dona do evento ter o direito de definir dias e horários dos jogos conforme sua grade de programação.
O que ocorre com a anuência o Cruzeiro. Assinou, recebeu e, agora, não quer cumprir, ZZP? Ora, bolas!
Melhor faria o clube respeitando o contrato sem reclamações. Como se fosse coisa nromal respeitar contratos.
E, assim, o time jogaria em Juiz de Fora e, de lá, viajaria para o Rio, de onde seguiria para Buenos Aires. Isto é muito difícil?
Se for, que se mande o time reserva a Juiz de Fora.
Afinal, se o campeonato não vale nada, por que brigar tanto por uma antecipação de 24 horas?
Só para os jogadores passarem um dia à toa em casa, antes de viajarem para Buenos Aires?
Setenta e duas horas não bastam pra recuperar o elenco para o jogo contra o Estudiantes?
Taí uma briga tola. Serve como desculpa pra algum insucesso em Juiz de Fora ou em La Plata, mais nada.
Aliás, serve, sim. Ajuda a tirar o foco dos jogos e transferi-lo pra ninharias que poderiam ser contornadas com uma programação de viagem mais inteligente.
Adílson Baptista já entrou na pilha, ou melhor, botou pilha no confronto com a TV quando deveria se preocupar somente com a preparação do time para os dois jogos.
Agora, só falta os atletas acharem o fim do mundo jogar domingo em Juiz de Fora e quarta-feira em La Plata. Se isto acontecer, bom, cala-te boca…
http://cruzeiro.org/blog/?p=3624
porra, por um momento achei que tu tivesse falando sério no post. hahahaha
se tiver, se mata.