Grande alvoroço se instalou no bairro de Jacarepaguá com a notícia divulgada no final de 2012. Não, a Fifa não desistiu da Copa do Mundo, nem o governo resolveu acabar com a renovação automática das concessões. A questão é que o Quilmes, clube mais antigo da Argentina, derrotou o Vélez Sarsfield e tornou-se o quarto classificado argentino para a competição, disputando uma vaga na Pré-Libertadores.
Não era exatamente uma novidade, pois o Quilmes disputara uma Libertadores antes, protagonizando o lamentável episódio Desábato. O problema previsto por um executivo mais atento era o nome que os jornalistas da empresa global deveriam dar ao clube. Vigorava desde 2007 a ordem de que clubes com nomes de empresas deveriam ser chamados apenas pelo nome das suas cidades. Malwee virou Jaraguá, Cimed virou Florianópolis, Ulbra virou Canoas. Ninguém entendeu lhufas, protestos aconteceram aos montes, mas a empresa seguiu irredutível na sua cruzada contra o merchandising.
Só que em 2013, a cerveja Quilmes era uma marca bastante conhecida entre as bebidas importadas e nacionais. O mercado das cervejas de litro estava se expandindo e a Quilmes era uma das opções mais aceitas. Um dos executivos achou que, por ser a empresa argentina, nada demais aconteceria.
Qual o quê. O departamento de marketing da emissora foi informado pelos espiões de sempre. Quilmes não era um nome aceitável. E o contrato milionário com a outra distribuidora, como ficava? O departamento reuniu-se com o jornalismo para decidir renomear o clube.
- Pois bem, ficamos sabendo que o Quilmes jogará a Libertadores. A partir de agora, o clube será chamado pelo nome da sua cidade.
- Buenos Aires?
- Isso.
Correram os jornalistas para atualizar suas pautas. No dia seguinte, choveram emails para a empresa. Ora, não havia um clube chamado Buenos Aires. Ora, o clube que era denominado Buenos Aires era o Quilmes. Ora, o Quilmes NÃO FICAVA em Buenos Aires!
- Como assim? – perguntou o big boss.
- Chefe, o Quilmes é da província de Buenos Aires, apenas. Fica na cidade de Quilmes.
- Droga! Eles já se classificaram para a fase de grupos?
- Ainda não, precisam ganhar do Estudiantes de Mérida em casa.
- Hm. Então ignorem esse jogo. Vamos esperar o resultado.
Assim cumpriram os jornalistas. Não se viu na TV ou na internet qualquer referência ao jogo, que acabou com vitória de 5×1 do Quilmes em casa. Saiu o sorteio da segunda fase e cumpriu-se o horror: O Quilmes, por ser o pior argentino no ranking da Conmebol, não foi cabeça de chave. Acabou caindo no mesmo grupo do Flamengo. DO FLAMENGO!
Convocada reunião urgente.
- Ok, temos que decidir que nomes vamos dar ao Quilmes. Não pode ser Buenos Aires por que a cidade é Quilmes. Que outras opções temos?
- Bom – disse um jornalista entendido – o nome é Quilmes Atlético Clube, foi fundado em 1887, o apelido é El Cervecero, o estádio é o Centenário.
- Já temos três opções. Atlético Clube, Cervecero e Centenário.
- Nenhuma possibilidade de chamar pelo nome certo?
- Temos que manter a coerência.
- Tudo bem – disse o chefe de jornalismo – eu sugiro Atlético Clube. Cervecero pode causar problemas com a legislação que impede propagandas de bebidas alcoólicas, e nunca chamamos um time pelo nome do seu estádio.
- Que assim seja – disse o executivo, mais aliviado.
Assim foram ao campo Flamengo X Atlético Clube. Não foi muito complicado, embora os protestos e as gozações das outras emissoras. O problema aconteceu no returno do grupo. O Flamengo enfrentava o Atlético Clube na última rodada do returno, disputando classificação, jogo da TV. Numa quarta-feira – no domingo anterior, jogava o Brasileiro contra o Atlético Mineiro; no domingo posterior, o Atlético Paranaense.
No domingo, o executivo chefe chamou uma reunião extraordinária com o jornalista entendido e o chefe de jornalismo. Quando todos chegaram, reproduziu várias vezes teipes diversos dos programas da emissora.
“O Flamengo está preparado para enfrentar o Atlético Mineiro, mas sem deixar de pensar no Atlético Clube e no Atlético Paranaense”
“O treinador do Flamengo mostrou que jogará com reservas para enfrentar o Atlético.
- Vamos com reservas para enfrentar o Atlético, pois precisamos de força total para jogar contra o Atlético”
“O Flamengo está certo ao priorizar o Brasileiro. Vamos ver como vão se portar os jovens contra o Atlético. A idéia mesmo é vencer o outro Atlético, o Clube”
Entre outras tantas.
- Vocês conseguiram entender quem enfrenta quem?
- Deveriam diferenciar os Atléticos Mineiro, Clube e Paranaense – disse o chefe de jornalismo.
- Isso é evidente. Só que ninguém consegue entender nada. Chovem emails para a redação perguntando qual dos três atléticos é o clube.
- Mas não são todos clubes? – perguntou o jornalista entendido, louco para queimar o chefe.
- EXATAMENTE! Temos que mudar imediatamente esse nome. Tudo indica que o Quilmes vai passar para a próxima fase. Ainda dá tempo.
- Bom, opções não temos muitas…o departamento jurídico certamente vetará o “cervejeiro”.
- Dá para tentar!
Duas horas depois, chega um parecer do advogado de plantão.
“Considerando (…) ponderando (…) observamos que a denominação “cervejeiro” para uma equipe de futebol, além do inusitado, contém uma possível infração legal caso o time dispute jogos a ser transmitidos antes das 22h. É o parecer”
Não dava mesmo. Ficaram os três analisando por mais uma hora a história do Quilmes e todas as suas características. Chegaram na camiseta, que continha o distintivo do clube.
- Olha ali – disse o executivo – podemos dizer o que existe no distintivo.
- Aquilo é um QAC.
- Então. Vamos chamá-lo assim.
Primeiro jogo da segunda fase. Como estava previsto, o Quilmes (QAC) enfrentou novamente o Flamengo. Dada a importância da partida, escalaram o melhor narrador da empresa. Quando chegou o roteiro, imediatamente ele protestou.
- O nome do time é esse mesmo?
- Ordens da direção… – respondeu o contínuo.
- Produtor! Que diabo de time é esse? Não era “Atlético Clube”?
- Não é mais, segundo a direção determinou. Parece que é para não confundir com os outros Atléticos.
- Tá, e daí eu vou chamar o time de QUAC? Por acaso o treinador é o Donald e o dono é o Tio Patinhas?
- Não é QUAC, é CAC. Q sem U é pronunciado como C, segundo o nosso revisor.
- Ah, tá bom.
Começou o jogo no Maracanã. É claro que o narrador chamou o time de QUAC o tempo todo, enfrentando as ordens do revisor. O que ninguém imaginava era a proporção disso. Em fóruns, no Orkut, nos blogs, nas emissoras concorrentes e nas rádios, o jogo do Flamengo contra o “QUAC”, o time de “patos”, virou a principal piada da semana. O Flamengo conseguiu um resultado pouco confortável, 1×0 – no dia seguinte, a interjeição animal utilizada pelo narrador já era capa do Olé.
“Brasileiros acham que Flamengo ganhou do time do Pato Donald” – era a manchete.
É claro que os hermanos se ofenderam. Para a quarta-feira seguinte, armaram uma guerra no estádio Centenário. Vestidos com máscaras de patos, levando patos para a arquibancada, cuspindo, ofendendo e jogando foguetes nos brasileiros, os argentinos reagiram à sua maneira. O narrador escalado foi outro, que dessa vez não deixou escapar a ordem do revisor. Claro que a dificuldade fonética mudou o nome da equipe para CÁQUI, a cor, e alguma interjeição patolina acabou escapando em meio à transmissão.
O Flamengo não resistiu à guerra. Perdeu por 2×0 – o Quilmes tinha um time bom – e aumentou a piada a níveis estratosféricos. No estádio, os argentinos inventaram um novo canto:
Soy de la banda del cervecero
El decano de Argentina
Se nosotros somos patos
Ustedes son gallinas
Para horror dos executivos de Jacarepaguá, o próximo adversário do Quilmes na Libertadores era o Botafogo – e o mesmo narrador, inventor de todo o problema, seria escalado para o Engenhão. Mais uma vez, os erros foram repetidos, levando os produtores à loucura.
“Lá vem o QUAC com a bola…”
“O QUAC está fazendo duas linhas de quatro”
“gooooooooooooooooooooooooooool do QUAC”
O jogo acabou empatado em 1×1. No vestiário argentino, o treinador do Botafogo praticava avançadas técnicas de hipnose em um centroavante quando ouviu um estampido na porta. Era o executivo da grande rede de televisão.
- Só vim dizer uma coisa. GANHEM ESSA MERDA. Ganhem desse time desgraçado. Eu não vou ter que agüentar uma final de Libertadores sem saber dizer o nome do time. Não vou. Ganhem desses filhos da puta. Pelo Brasil!
Com a mesma celeuma armada em campo, o Botafogo foi heróico e conseguiu uma vitória por 1×0. O QUAC poderia ser esquecido para sempre.
É claro que o apelido pegou. Além de “los cerveceros”, os torcedores do Quilmes começaram a ser chamados de “los patos”, e a direção do clube resolveu trocar o distintivo no ano seguinte – usando a inscrição “Quilmes” inteira, não apenas QAC. O caso ganhou repercussão mundial e foi citado em tom de chacota por várias revistas internacionais.
Aquele executivo foi mantido, por seguir à risca a coerência editorial da empresa. O problema é que logo depois, começou a Copa Sul-Americana, onde jogava o Sporting Cristal – patrocinado pela cervejaria peruana de mesmo nome. Foi marcada outra reunião extraordinária.
Luís Felipe dos Santos




Texto perfeito. Nada mais a dizer.
huiahuaihaiuahuiahaiuahiahaiahiahaiahaiuahuia.
Adorei…
Manchete:
Grêmio empata com o Santiago, por 0-0, em sua estréia na Libertadores
O problema fica em como chamar a Universidad Católica…
Já passei o texto adiante…
Hahahhaa genial!
Bah, muito bom o texto.
Caraca, perfeito o texto! hahaha
E #4, boa pergunta.
Na veia.
Síntese de uma coletiva depois do jogo do Grêmio:
- Sexy Hot, você está satisfeito com o rendimento dos seus alas?
- Wra wra wra o Inter está na Copa do Brasil, não na Libertadores wra wra wra.
Genial, cara. Só não dá pra levar a sério devido ao “Botafogo na Libertadores”, hsdhsad.
Mas texto perfeito.
qua-qua-qua-qua-qua
10… tsk tsk… a pergunta foi a seguinte:
“O Gre-Nal serve de preparação mais forte para Libertadores?”
e a resposta foi essa:
“Não serve de parâmetro porque o Internacional não está na Libertadores. O Internacional está no Gaúcho e na Copa do Brasil. O Gre-Nal é forte, é historio, decide o primeiro turno e para quem organizado o campeonato é excelente, mas para nós profissionais está sendo um absurdo. Isso só existe no Rio Grande do Sul, porque aqui não se privilegia o mais importante”.
e, lembrando, o inter não está na Libertadores e o calendário do ruralito fodeu com o Grêmio… que mal tem falar isso?
11 hehehehehehehe
Botafogo até dá… mas Botafogo e Flamengo JUNTOS na Libertadores é muita ficção…
Excelente, não dá para fazer nenhum reparo. Parabéns
O calendário que está fodendo o Grêmio foi aprovado pelo próprio Grêmio, vale lembrar.
Talvez o representante do clube tenha feito isso de propósito, só pros gremistas poderem ficar choramingando mais, hshshshss.
Genial. Sem mais. Absolutamente genial.
Muito bom!
… foi aprovado antes da definição da tabela da Libertadores (nem tinha acabado o Brasileiro ainda)… mas tá legal… no fim do 2º turno da pra fazer algum jogo como preliminar antes do jogo dos titulares.
Do caralho!!
Se eu fosse dirigente da Ulbra, posicionaria o reservado dos jornalistas da RBSTV dentro do FOSSO, do lado do galinheiro, pra acabar de vez com essa palhacada.
Só recentemente me dei conta que nunca ouvi a Arena da Baixada ser chamada de Kyocera Arena pelos locutores.
Jornalistas da RBS, não..
Da Tv Porto Alegre.
Sensacional, Luís Felipe. Salvaste meu sábado com este supertexto.
Bah, perfeito o texto. E mais ainda a sugestão do Marcelo Brazil #22
Luís Felipe,
FANTÁÁÁÁÁÁÁÁÁSTICO!!!
PARABÉNS!!!
[]‘s,
Hélio
Sensacional.
É o Dante pautando o Impedimento. A que ponto chegamos!
#13
O Sexy fala isso em TODAS as coletivas, não foi só nessa. Arrogância tosca.
Afudê pacaraio!
Muito bom mesmo.
iahaiuhaiuhaia
Muito bom LF…
O LF fumou palmilha de Bamba e cheirou raspa de Kichute!!!
hahahaha
muito boa.
Só concordo que Quilmes, Botafogo e Flamengo juntos na mesma libertadores é demais…
Sensacional, Luiz Felipe. Excelente texto… me fez rir bastante nessa madrugada de domingo:)
E dá-lhe QAC!
Texto brilhante. Realmente é ridículo esse negócio. A Cimed não tem nada de “Florianópolis” no nome, mas eles chamam de Florianópolis. Do mesmo modo, chamam a Tigre/Unisul de “Joinville” e por aí vai.
Acho engraçado que depois esses jornalistas esportivos ficam cobrando que falta incentivo das empresas ao esporte, mas quando uma empresa investe num time de vôlei/basquete/futsal não citam o nome dela e no caso do futebol, por exemplo, os caras mostram só os olhos, o nariz e a boca dos jogadores/treinadores nas entrevistas pra não mostrar aquele painel de patrocínios no fundo. Qual o problema? Os caras tão investindo no time e querem retorno, oras! Não tem mal nenhum nisso.
Pior é que no Globo Esporte local, temos a Cimed, a Tigre/Unisul e a Malwee, mas no nacional é Florianópolis, Joinville e Jaraguá. Se bem que no caso da Malwee, até que não tá tão errado já que o time está filiado à CBFS como “Associação Desportiva Jaraguá” (tenho uma camisa deles com o escudo desse clube). Mas todo mundo aqui em SC chama o time de Malwee.
Sensacional!
Reli. Gostei de novo.
Agora, vou para aquela reunião extraordinária no Beira-rio. Numa boa, vamos perder, o Grêmio está melhor.
obrigado! comemorei todos os comentários de vocês bebendo uma Quilmes (e uma Norteña, e uma Skol e uma…)
clima super agradável na cidade, acho que a experiência de Erechim fez bem. Passei pelo Olímpico e pelo Beira-Rio com a Morgana e parece os grenais de uns dez anos atrás, todo mundo em clima de celebração – mesas de bar nas calçadas, crianças, muito colorido, enfim.
que assim persista!
SE o D’A estivesse em campo eu estaria bem tranquilo.
Ah que saudade do Alex e seus gols em Grenais….
Vamos ver se o Deizinho faz algo hoje.
Deizinho calou minha boca.
Deu pro Roth…mais uma!
FORA ROTH!
FORA DUDA!
FORA CACALO!
a HEGEMONIA TOTAL continua.
que massa as entrevistas do Guiña e do D’Ale. D’Ale berrando na beira do campo.
puta que pariu, comprarei DUAS camisas 2009.
AHHHHHHHHH É TUDU NOSSU
Olha, nao assito muito jogo do Gremio. Esse time nao vai longe.
E obrigado, Roth!!!
Difícil ser gremista nesses dias, viu.
Pura máfia, isso não vale nada, gol impedido, Guiñazu tinha que ter sido expulso, expulsão do Adilson mudou o jogo, fora Novelleto da FGF.
E dale Inter, também.
Pois é. Taça com nome de cartola colorado (aliás, maior conquista da nossa história, juntamente com a Dubai Cup), Gaciba no apito. Tava na cara que teria armação.
DÁ-LHE INTER!
Sexy Hot patético nas suas desculpas, como sempre.
Deu no UOL: “Inter derrota o Grêmio na FINAL DO GAUCHÃO”
NAO VI o primeiro tempo [justin tv fuckin up badly], mas pela gaucha pareceu a mesma coisa de sempre: gremio dando porrada e gaciba contemporizando. segundo tempo, que vi [pixels vermelhos e uns smurfs], pareceu-me IGUAL a parada – 4 a 4 nos amarelos e pá.
Primeira atuação decente do Kléber pelo Inter.
Linha de impedimento com Ruy não dá. É impossível tirar aquele cabeção da inércia na velocidade exigida.
Final Xavante x Inter.
clientela fiel.
É TUDU NOSSU
e, puta que pariu, só agora li o texto: quase melhor do que o grenal.
: ]
parabéns duas vezes, LF!
NEM PERTO do grenal.
tô BERRANDO até agora.
tá, massa o texto, LF. : D
RT @braziu Perdendo o jogo no 3-5-2. Muda pra 4-4-2, faz gol, joga melhor, amassa. Aí volta pro 3-5-2 e perde o jogo. Isso é Celso Roth.
não amassou. nem perto.
mas não entendo como é que sai jogando sem jonas. ainda mais quando o meio-campo e a armação nossas tavam sem d’ale.
#58
Ele começou com o ótimo 3-6-1, na verdade.
Francisco, o Roth começou no 3 6 1, depois montou esse 4 4 2 maluco (mexeu em todas as posições do time, desde a função do Alex Mineiro, passando pelo recuo do Tcheco e acabando no miolo da zaga) e, de repente, mudou outra vez para 3 5 2, mudando outra vez a posição das três linhas. Assim não tem como ganhar.
Opa, Lucian, desculpe. Eu não tinha visto teu comentário.
FILHO É SEMPRE FILHO.
PERDEDOR, FRACASSADO, NÃO LEVA MAIS QUE DOIS MIL NO ESTÁDIO DO RIVAL.
NÃO SE OUVE A POBRE CANTORIA TRICOLOR. ATÉ A NAÇÃO INDEPENDENTE ABAFA.
VINTE E UMA, OU VINTE E DUAS VITÓRIAS A MAIS, NEM CONSIGO MAIS CONTAR. DOIS ANOS SEM GANHAR DO COLORADO. COM SIMON, COM GACIBA, COM A PUTA QUE O PARIU. FILHO É FILHO E ASSIM SERÁ POR TODO O SEMPRE.
QUANDO ACONTECEU AQUELA FALTA PERTO DA ÁREA EU SAB IA QUE DARIA O GOL. POR QUE FILHO É FILHO. O TRICOLOR FRACASSADO SEMPRE ENTREGA. SEMPRE ENTREGARÁ.
MAIS UMA VEZ OS FILHOS SAÍRAM DE CABEÇA BAIXA, OUVINDO A MASSA VERMELHA CANTAR OLÉ. E O QUE FOI AQUELE DIBLE DO NILMAR NO CAMISA 14? COISA LINDA. ESSA É A NOSSA SUPERIORIDADE.
FILHOS SÃO, FILHOS SERÃO, FILHOS PARA SEMPRE, FILHOS A VIDA TODA. FREGUESES NÃO. FILHOS. ISSO É PATERNIDADE.
Eu avisei que esse time do Grêmio non ecziste.
bah, e para um time sem torneios importantes no centenario, o gremio e o pai de dar as vitorias como consolo, mesmo que roubado o pai gremista não reclama.
macaco na selva rouba banana
macaco em campo rouba vitorias
sorry, i can’t avoid this
see the libertadores, monkeys
but let we play
tudo igual na capital…
Gritar “FICA CELSO ROTH!” no final de mais uma vitória no grenal:
Não tem preço.
Roubado??
Menos, bem menos…
só pra não perder a piada, ainda bem que “o inter não é parâmetro pra libertadores” né?
Atilio, o 4-4-2 foi o esquema que mais funcionou no jogo. Tanto que fez o gol, e um gol de bola bem trabalhada.
O mistério foi trocar de volta o esquema que tava funcionado.
Que papinho Libertadores a PQP!
Como um treinador que despreza o Grenal pode ser treinador do Grêmio?
Estou constrangido pela vontade que os jogadores do inter disputavam todas as jogadas.
Parabéns Burroth pelo discurso motivador.
Falta pouco para o meu sofrimento na década de 90 ser compensado. E o Grêmio tem se esforçado bastante. Obrigado.
O Roth só desdenhou o grenal pra salvar o dele. Porque ele tava se borrando de medo de perder e quis armar uma desculpa. Tanto tava se borrando que meteu o 3-6-1 esdrúxulo com dois volantes, três zagueiros.
Cavalheiro, sou colorado, se não percebeu. Sò me antecipei à grita que o André Krieger vai armar nas rádios durante toda a semana.
Prevenção, rapaz
As declarações de Krieger e Kroeff no pós jogo foram bem coerentes.
O melhor da vitória desse grenal não foi a conquista do título do primeiro turno, mas que tocamos fogo no vestiário da Azenha e fragilizamos a moral deles pra Libertadores.
Sim, Cassol, perdi. Achei que iam chorar do gol do Índio.
Enfim, uma derrota no Gre-Nal. Mas a que menos doeu, hasdhasd.
Chico Luz, tava falando do posto #65 do guihoch
No mais, esse 3-6-1 é o maior chama-derrota que o Celso Roth já foi capaz de inventar.
O discurso despretensioso do Celso Roth antes do jogo é de lascar. No mais, parabéns ao Nal pela conquista da TAÇA F. C.
Celso Derrotha.
Técnico do União-MT >>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Tite >>>>>>>>>>>>>>>>> abismo >>>>>>>>>>>>> Celso BARRICHELO Roth.
Não gosto do ambiente dos comments após gre-nais, fico com medo.
Obrigado Roth.
Confesso que andava meio desanimado com as últimas atuações do meu colorado.
Fica Roth.
68. Guilherme
>> Me expressei mal. Com o 4 4 2 o Grêmio conseguiu um gol e alguns ataques. Mas continuou perdendo a segunda bola (e tem um jogador como o Adilson pra fazer esse trabalho), continuou não possibilitando (e dificultou ainda mais) a chegada dos dois laterais (abriu as costas do Ruy e distanciou Tcheco e Souza dos atacantes), e retirou o Jadilson da linha de fundo (onde ele é mais perigoso). Se contra o Juventude, Roth tirou o Jonas pra não mexer na zaga, agora, mexeu no time por todos os lados. Quem entende?
Antes que comece o choro…
http://3.bp.blogspot.com/_Zh3Ii71z1Eg/SaspLYoM8gI/AAAAAAAABNM/xtXyx5QAz8g/s1600-h/impedimento.jpg
Nilmar e Taison >>>>>>>>>>>>>>>>>> Todo plantel do Grêmio junto.
Ruym = cadarço da chuteira do Kléber.
Aos poucos vcs vão entendendo que o nome d’O Cara é ANDRÉSHOW!!!!!!
Aliás, Tcheco = grama que o Andrézinho pisa.
O texto, como já disse, tá muito do caralho.
MAS FALA AGORA DO MAGRÃO, LUIS!
uhsadusdhhusdahusdhusdashduaasuh
timing perfeito, Prestes.
Depois que o Magrão foi DECISIVO em um jogo VALENDO TAÇA, eu fiquei esperando a passagem do Cometa Halley. Ainda estou com a janela aberta.
bah, PORONGO FAIL completo no impedimento
Fazendo gol não sei, mas tu ainda vai ver o Magrão brigar muito em decisões.
Escalação do Inter:
Lauro, Bolivar. Indio, Álvaro e Kléber; Magrão, Guiñazu, Andrézinho e Dalessandro; Taison e Nilmar.
Só cancheiro nesse time, menos o Taison. No máximo Arilton e/ou Sandro e/ou Danny podem provar que merecem a titularidade ao longo da temporada. Por ora não tenho dúvidas.
Guinazu e Magrão jogaram bem justamente porque tinha o Sandro logo atrás.
D’Ale e Andrezinho disputam posição. Andreshow, por enquanto, é opção no banco, para as grandes decisões.
Concordo com o Cassol.
Acho o Sandro imprescindível.
E na direita tem que ir testando os outros caras.
Querer tirar o Sandro depois de ontem = Prestes gremista.
Andrezinho jogou bem, mas D’Alessandro é titular incontestável. Com Guiña e Magrão voltando à velha forma, vai ficar um bom meio-campo para calar Claudios Cabrais.
Magrão segue sendo banco do meu time. Mas pode entrar como centroavante nos 10 minutos finais para tentar um gol de cabeça
Não! Funcionou porque o Roth armou uma retranca ainda maior que a do Inter. Contra um time mais forte, como o União Rondonópolis, já não vai funcionar. É Guiñazú, Magrão ou Sandro e Andrezinho (ou mesmo Giuliano) ao lado do D’Alessandro.
hauhauhauhauhauauhau
Excelente!! Muito, mas muito bom o texto!
Não tenho tanta certeza assim de que o Guina e o Magrão só jogaram bem pois havia Sandro atrás. Um esquema com dois volantes e dois meias deveria ser testado mais vezes, fundamentalmente quando é necessário fazer score. Caso de quarta-feira. Lembremos que nas quartas e na semi do gauchão, com esse esquema de 3 volantes, o resultado foi bem meia-boca.
Meu time: Magrão, Guina, André e D’ale.
Ok, Leandro, mas o Inter jogou com Guiña e Magrão só na volância no primeiro gre-nal e contra o União. E não jogou NADA nos dois jogos.
Restringir o Guiña a ser volante é estuprar ele.
Eis o ponto. Estavam reclamando do Guiñazu e acho que as más atuações dele tinham relação com o fato de estar como primeiro volante. Ontem, mais livre, ele arrebentou, armou jogadas de ataque e tudo o mais.
Se é pra entrar Andrezinho, é no lugar do D’Ale ou do Magrão.
Ou no do Magrão ou então não. Por favor, não entrem na conversa do MAURÍCIO SARAIVA (M-A-U-R-Í-C-I-O–S-A-R-A-I-V-A) de que o D’Alessandro pode perder lugar entre os titulares.
Até acho uma alternativa interessante contar com ele nos jogos mais fracos e o Magrão quando a marcação é primordial, como ontem. Cria a chance de poder mexer no esquema sem fuder o time, como faz o Roth.
Esses tempos, na Band, um cara defendia a tese de que o problema do Inter era o Nilmar. E que o ataque do Inter (na época), tinha que ser Alex e Taison.
É muito tempo pra preencher com comentários.
Concordo com o Chico. Andrezinho, D’Alessandro, Guiñazu e Sandro/Magrão.
Enquanto o Tite estiver no comando não tenho medo de dar as BARBADAS.
Bah Cassol,
Esse cara da Band trocou o jogador, o problema era o Alex. Nunca foi atacante.
#89,
Prestes: escalar Guina na segunda posicao eh um crime inafiancavel.
O amor do Col pelo Alex é eterno, resiste a tudo, até mesmo à distância Porto Alegre – Moscou, hghghghghg.
Esse raciocínio de que o Andrézinho não pode jogar por que o aí o Guina não arma é totalmente nonsense.
O Andrézinho arma melhor que o Guina, oras. Tu prescinde o melhor armador do teu time por que o outro que é titular absoluto arma bem.
Minha dúvida é entre Magrão e Sandro. Minha não. Mas a dúvida que se pode ter. Andrézinho é titular absoluto.
E tem mais: tu não precisa jogar num 2-2 no meio.
Tu pode jogar com Magrão ou Sandro de cabeça-de-área, Andrézinho e Guina mais à frente, cada um de um lado, e o Dalessandro à frente destes dois com mais liberdade, até ele e o Taison abrindo um em cada ponta.
Sim, Prestes, o Arbo me leu mal. Eu só trocaria o Andrezinho pelo Magrão, nunca pelo D’Alessandro.
creio q tu é q me leste mal, chico. não falei isso de ti. até concordei contigo, usando o exato verbo.
Concordo com o Chico. Andrezinho, D’Alessandro, Guiñazu e Sandro/Magrão.
É que eu tinha dito que minha dúvida era entre Andrezinho e Magrão, não entre este e o Sandro. Para mim, o primeiro volante já está escolhido. Isso que eu quis dizer.
tá, eu me expressei mal. concordei contigo numa parte e aí pus a escalação q EU acho a melhor. mas q não falei q tu tiraria o d’ale, eu não falei.
Sim, sim. só que pareceu, pelos comentários anteriores, que eu também tinha achado bom isso.
Enfim, foi só pra não parecer que eu sou da laia FACEIRA do PRESTES e do CECCO, ashdjsahd.
prestes claramente é investidor do andrezinho.
te cuida, FC.
“prestes claramente é investidor do andrezinho.”
Eu achava que a história do Prestes com o Andrezinho era só brincadeira, ao melhor “Obinna style”, não sabia que envolvia “questãs” profissionais, hghghgh.
Li só hoje. Sensacional
Ontem, depois da IMPEDNUA, alguém comentou o teu texto, LF. Muito bom mesmo.
muito bom o texto,parabéns
o problema da TV parece ser o de valorizar o seu espaço publicitário. o cara paga e não quer q marcas q não pagaram apareçam também.aí levam isso ao extremo.
Muito bom o texto. Parabéns!
não fosse pelo botafogo, de resto seria perfeito
rsrsrs
Soberbo, vou linkar no meu blog
Sempre bom lembrar que este texto é genial.
que texto foda ainda mais no final com o fogao heroico se classificando pra final
excelenteee jajajaja yo soy de quilmesss
gracias
saludos
Cara! Simplesmente… GENIAL!!! Dos melhores textos que li nos últimos tempos. Parabéns!
me dá uma felicidade extrema ao ler e reler esse texto.
KKKKkkk muito bom o texto…. diz o narrador: “-Sebastian Vettel e sua RBR cruzam a linha de chegada”… Red Bull já virou RBR em 2008, rs
E que a emissora se prepare, na A2 do Paulistão tem um time que se chama Red Bull Brasil, que deve subir pra A1 e, em chegando na primeira divisão, certamente esse ótimo texto vai fazer todo o sentido
Muito bom o texto. Só faltou: o famoso narrador dizia que o “QUAC jogo no velho estilo argentino, TOQUE Y ME VOY!!!
Sensacional!!!!!
ótimo texto,
bela crítica
Muito bom!
Perfeito o texto
Abraço
@blog101porcento